17 de setembro, de 2013 | 00:00
Gás de cozinha mais caro
Botijão de 13 quilos encareceu pelo menos R$ 2 para o consumidor do Vale do Aço
DA REDAÇÃO O preço do gás de cozinha está mais caro para o consumidor da região. Com reajustes no atacado, o valor mais alto do botijão foi repassado ao cliente final. Uma pesquisa feita pelo DIÁRIO DO AÇO nesta segunda-feira (16) apurou que o preço médio do produto mais utilizado pelos consumidores, com 13 quilos, varia entre R$ 42 e R$ 44 nos principais pontos de venda de Ipatinga. No mês passado o preço médio era de R$ 40.
O cilindro de 45 quilos também sofreu alteração de preço. Com preço médio de R$ 170 em agosto, agora só é possível adquiri-lo por um valor médio de R$ 175.
A alta e oscilação de preços no Vale do Aço é menor que a registrada na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Uma pesquisa realizada pelo Procon da Assembleia Legislativa de Minas Gerais aponta que naquela região o botijão de 13 quilos aumentou 3,99% de agosto para setembro e passou de R$ 45,63 para R$ 47,44. No cilindro de 45 quilos, a alta foi de 3,73%, com aumento de R$ 186,34 para R$ 193,29.
Na capital, o Procon constatou ainda que os preços do botijão de 13 quilos variam de R$ 38 a R$ 55, diferença de 44,74%, enquanto o cilindro de 45 quilos pode ser encontrado de R$ 150 a R$ 235, variação de 56,67%.
Justificativa
Presidente do Sindicato do Comércio Varejista Transportador e Revendedor de Gás LP do Estado de Minas Gerais (Sirtgas), Nelson Ziviani explica que a justificativa dada pelas empresas para o aumento de preço é por causa dos custos operacionais sob impacto da inflação dos últimos doze meses, assim como o reajuste dos salários dos trabalhadores do setor. Todo ano quando chega setembro as companhias engarrafadoras aumentam o preço e, com isso, a gente não tem como absorver e aumenta também para o consumidor final”, informou.
Apesar do reajuste no repasse do gás adquirido no atacado das companhias distribuidoras, Ziviani destacou não existir previsão de novos aumentos.
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