27 de setembro, de 2013 | 00:00

HMC reforça ações para no Dia Nacional da Doação de Órgãos

Qualquer pessoa saudável que concorde com a doação, desde que não prejudique a própria saúde


IPATINGA - Nesta sexta-feira (27), marcado pelo Dia Nacional da Doação de Órgãos, o Hospital Márcio Cunha realiza ações de conscientização, levando bom humor e informações para colaboradores e clientes da instituição.

Na Unidade I, na parte da manhã, haverá música e diversão com o grupo Turma da Alegria, além de distribuição de panfletos informativos em diversos setores pelos colaboradores que integram a Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT) do HMC. À tarde, as atividades acontecem na Unidade II.

Como se tornar um doador de órgãos e tecidos

1 – O que é preciso fazer para ser um doador?
Para ser um doador, no Brasil, não é preciso deixar nada escrito, em nenhum documento. Muitas pessoas acham que é preciso registrar a opção de doador de órgãos na carteira de motorista, mas isso não é necessário. Basta conversar com a sua família sobre o seu desejo de ser doador. A doação de órgãos só acontecerá após a autorização familiar.

2 – Quais são os tipos de doador?
Doador vivo: qualquer pessoa saudável que concorde com a doação, desde que não prejudique a própria saúde. O doador vivo pode doar um dos rins, parte do fígado, parte da medula óssea e parte do pulmão. Pela lei, parentes até o quarto grau e cônjuges podem ser doadores; não parentes, só com autorização judicial.
Doador falecido: são pacientes com morte encefálica, geralmente vítimas de dano cerebral irreversível, como traumatismo craniano ou AVC (derrame cerebral).

3 – Quais órgãos e tecidos podem ser obtidos de um doador falecido?
Coração, pulmões, fígado, pâncreas, intestino, rins, córneas, vasos, pele, ossos e tendões. A retirada dos órgãos é realizada em centro cirúrgico, como qualquer outra cirurgia.

4 – Para quem vão os órgãos?
Os órgãos doados vão para pacientes que necessitam de um transplante e estão aguardando em lista única da central de transplantes da Secretaria de Saúde de cada Estado.

5 – Pode-se ter certeza do diagnóstico de morte encefálica?
Sim. O diagnóstico de morte encefálica é regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina. Dois médicos diferentes examinam o paciente, sempre com comprovação de um exame complementar, que é interpretado por um terceiro médico. Não existe dúvida quanto ao diagnóstico.

6 – Após a doação, o corpo do doador fica deformado?
Não. A retirada dos órgãos é uma cirurgia como qualquer outra e o doador poderá ser velado normalmente.
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