13 de janeiro, de 2014 | 17:02

Projeto aproxima fornecedores e compradores para duplicação da 381

Produtos e serviços demandados pelas construtoras serão avaliados e as empresas cadastradas no Caderno de Oportunidades


DA REDAÇÃO - Mais de cem empresas de diversos segmentos já estão de olho nas oportunidades que as obras de duplicação da BR-381 irão gerar no Estado. Os produtos e serviços demandados em cada trecho da estrada estão disponível no Caderno de Oportunidades criado pelo Movimento Nova 381 (www.nova381.org.br) onde os interessados poderão se cadastrar e tornar um potencial fornecedor.

Dentre os números que envolvem a obra, estão 14 milhões de refeições, 1,1 milhão de unidades de EPI e uniformes, 48,2 milhões de metros quadrados em terraplenagem, 5.729 de trabalhadores, 1.220 máquinas e equipamentos, 29.120 toneladas de aço.

Para estreitar o relacionamento entre fornecedor e comprador a Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), por meio da Gerência de Promoção de Negócios (GPN), apresentou no dia 10, em Ipatinga, aos coordenadores das oito grupos que representam os trechos de duplicação, o projeto “Compre Bem” que funciona como um encontro de negócios. “Em vez de visitar as empresas, uma por uma, o comprador conhece todos os fornecedores em um mesmo dia em horários pré-estabelecidos”, explica o coordenador de Núcleo da Gerência de Promoção de Negócios, Julimar Barbosa Silvestre.

O primeiro encontro está marcado para o dia 23 de janeiro, na sede da Fiemg, em Belo Horizonte, com a construtora ECB, encarregada de executar a obra no trecho 7 que liga o rio Una a Caeté e deverá avaliar itens como preço, qualidade e capacidade de produção.

Os produtos e serviços demandados pelas construtoras serão avaliados e as empresas cadastradas no Caderno de Oportunidades convidadas pela GPN a participar da “Compre Bem” que deverá acontecer a cada nova fase da obra.

De acordo com o consultor do Movimento Nova 381, Cláudio Veras, a proposta desta ação é a dinamização da economia estadual. “O desafio dos coordenadores dos grupos é priorizar o desenvolvimento para que os investimentos realizados durante as obras permaneçam no seu município, região ou Estado”, disse.

Otimista com as novas oportunidades que poderão surgir com o início das obras, o coordenador dos grupos 2 e 3, Jorge Damasceno Júnior, já contabiliza cerca de 50 empresas do Vale do Aço cadastradas como possíveis fornecedores. “Para esse primeiro “Compre Bem” a estratégia a ser usada é focar nas empresas que poderão oferecer serviços ao trecho 7 e captar e preparar mais empresas para os próximos encontros do Compre Bem”, pontua.
 
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