25 de julho, de 2014 | 06:24

Acesso interditado em Açucena

Grupo incendiou ponte de madeira sobre a LMG-789; polícia investiga o caso


Atualizado às 18h. 

DA REDAÇÃO – O tráfego de veículos permanecerá interditado por tempo indeterminado na ponte de acesso ao distrito de Naque-Nanuque, em Açucena, segundo informa o Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG). A ponte de madeira sobre a rodovia LMG-789 foi parcialmente destruída na madrugada dessa sexta-feira (25), pela ação de vândalos que atearam fogo no equipamento. A polícia investiga o caso e realiza diligências em busca dos suspeitos.

Conforme a polícia, a ocorrência foi registrada na estrada de acesso ao povoado de Gama, no município de Açucena. O destacamento policial militar daquele município recebeu uma denúncia anônima, por telefone, com a informação de que um grupo de indivíduos do distrito de Naque-Nanuque teria ateado fogo na ponte de acesso entre o distrito e o povoado de Gama.

O fogo queimou alguns pranchões que servem como forro do tabuleiro da ponte. A estrada, que dá acesso também ao município de Naque, tem trânsito intenso de veículos de passeio e caminhões. O desvio é feito por outra via dentro do povoado.

A Polícia Civil de Açucena já tem os nomes de pessoas suspeitas de integrar o bando que incendiou a ponte. Diligências estão em andamento para apurar o caso. O delegado da PC, Thiago Alves, disse que a corporação investiga a relação do crime com atos de destruição do patrimônio público e privado durante manifestações ocorridas na LMG-758, que corta uma área conhecida como Córrego do Eleutério, próxima à Fazenda da Esperança. Recentemente, quatro pessoas foram presas por atos violentos durante esses protestos.

Atrasos
No entorno, não é primeira vez que uma ponte é danificada. No dia 8 de julho, inclusive, um grupo destruiu outra ponte da LMG-789, que liga o distrito de Naquinho ao município de Naque, conforme ocorrência registrada pela Polícia Militar Rodoviária.

Por telefone, o coordenador regional do DER-MG, Nívio Pinto de Lima, lamentou o fato e destacou que, no trecho da LMG-789, já era providenciada a substituição de duas pontes de madeira por acessos de concreto, o que não justifica quaisquer protestos naquele local. As vigas e os materiais já foram deixados nos arredores, ressalta, e homens deram início ao trabalho. O ato de vandalismo, dessa forma, atrasou as obras, disse o coordenador.
 

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