20 de agosto, de 2014 | 00:00
Parque Estadual promove interação com a comunidade
Segundo o gerente, os incêndios florestais são o maior inimigo do Perd
DA REDAÇÃO - O Parque Estadual do Rio Doce (Perd) completou 70 anos de fundação. A atual gestão da unidade, vinculada ao Instituto Estadual de Florestas (IEF), tem promovido a interação da comunidade com a reserva. "Desde que assumimos há três anos, temos tentado num esforço amplo e coletivo dialogar de forma horizontal com a comunidade, estimulando a participação de todos na gestão do parque", resume o gerente da unidade de conservação, Vinícius de Assis Moreira.
Na avaliação do administrador, a obtenção de um maior êxito na proteção das florestas é possível com o trabalho direto com a comunidade. "Temos feito projetos como o Cinema Verde, voltado para o entretenimento, lazer e cultura, através da exibição de filmes, palestras e blitzen ambientais, enfim uma série de projetos específicos para promover uma sensibilização sobre a importância do parque, que é reconhecido internacionalmente por sua biodiversidade", cita.
Vinícius Moreira afirma, ainda, que a gestão do parque tem procurado corresponder aos anseios da comunidade. "Tentamos fazer um parque mais aberto, dinâmico e voltado para a perspectiva de visitação e, principalmente, atuando de forma integrada na comunidade", comenta.
Conforme o gerente, os incêndios florestais se configuram na atualidade como o maior inimigo do parque. "O potencial de destruição do incêndio é praticamente incalculável, pois consome em pouquíssimo tempo uma amostra significativa da biodiversidade das florestas. A caça e a pesca também, pontualmente, favorecem um dano ambiental significativo, uma vez contribuem para a redução da quantidade de população de animais importantes para a proteção da biodiversidade", explica.
O gerente ressalta que a direção do parque tem provocado uma discussão muito grande não só no ambiente técnico, mas também com a comunidade, fazendo campanhas de sensibilização e de educação ambiental. "Em Timóteo, fazemos esse trabalho de forma integrada com o 3º Pelotão de Policiamento Ambiental, sediado no Perd, e atendendo toda a Regional Leste, que faz limite com a reserva", destaca Vinícius Moreira, frisando que são repassados para a população os potenciais danos dos incêndios florestais, que são caracterizados como crimes ambientais.
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