20 de setembro, de 2014 | 00:00

PMI lança Orçamento Participativo da Educação

Iniciativa leva crianças e adolescentes para o universo da cidadania


IPATINGA – Em entrevista realizada na tarde dessa sexta-feira (19), a Prefeitura de Ipatinga (PMI) lançou o Orçamento Participativo da Educação (OP Educa). Desenvolvido pela PMI, a iniciativa tem por objetivo levar crianças e adolescentes para o universo da cidadania. O OP Educa é a concretização de um projeto de articulação do ambiente infantojuvenil com o adulto no plano da gestão participativa do município.  
Ao lado da secretária Municipal de Educação, Leida Tavares, a prefeita de Ipatinga Cecília Ferramenta (PT), recordou que à época da elaboração de seu programa de governo, além do compromisso da participação popular, foi dito que seria discutido o orçamento na cidade e que haveria também o orçamento participativo da educação.

“Hoje estamos dando mais um passo na realização desse compromisso que fizemos com a comunidade, e o OP da Educação tem um sentido fundamental para nós, que é incutir na comunidade jovem o compromisso cidadão, a participação cidadã, o que cada um pode fazer e quais as mudanças e transformações que podem acontecer com a participação”, disse a prefeita.

O OP Educa terá início dentro das escolas e terá orientação inicial dos professores, dentro de sala de aula. “E aí será ampliado na medida do tempo e crescendo. Porque aí serão tirados os delegados, elegendo os representantes e ampliando, até chegar ao final com a plenária final do orçamento”, pontuou Cecília Ferramenta.

Investimento
Leida Tavares explicou que existe um limite constitucional para ser aplicado na educação, representado por 25% dos impostos próprios do município. E parte desse valor está sendo discutido, porque existe o compromisso com custeio, folha de pagamento de pessoal e aquilo que for investimento, será discutido com as comunidades, o que hoje representa aproximadamente R$ 15 milhões. “Esse valor seria distribuído dentro das escolas de acordo com as necessidades. Porque a escola vai apontar as prioridades, depois vai discutir na regional e, posteriormente, será realizada uma plenária da cidade inteira. Queremos que cada um entenda porque fizemos a reforma na escola tal ou porque construímos escola no bairro ‘x’, para todos perceberem que estamos trabalhando com transparência e em cima de diagnósticos”, detalhou.

Até o próximo dia 20, todas as escolas deverão ter realizado as discussões internas, a partir daí, ocorrerão as plenárias regionais e, até o fim do mês, a plenária final. “Serão realizadas plenárias em todas as escolas do município, garantindo que nossos estudantes opinem, discutam e vivenciem uma grande experiência cidadã, apontando as prioridades de investimentos a serem realizados para beneficiar as escolas e melhorar a vida em nossa cidade”, concluiu Cecília Ferramenta.

 

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