21 de outubro, de 2014 | 00:00
Incêndios florestais proliferam no Vale do Aço
O fogo, sempre de origem criminosa, consumiu a proteção da vegetação, não de eucaliptos, mas também a mata nativa, em uma área onde nascem vários ribeirões, afluentes do rio Doce
IPATINGA Um incêndio de grandes proporções atingiu, no fim de semana, uma floresta de eucaliptos, localizada na margem direita do rio Piracicaba, no município de Caratinga. A área, de propriedade da Cenibra, fica no entorno do Parque Estadual do Rio Doce, mas separada da reserva ambiental pelo Piracicaba. Há pouca possibilidade de o fogo se espalhar para a mata atlântica, embora essa ameaça não seja descartada pelos técnicos, pois as fagulhas carregadas pelo vento podem gerar o fogo na mata nativa.
Por causa da localização da área em chamas e a grande quantidade de fumaça, muitas pessoas acreditaram que o incêndio ocorria na área do Parque Estadual do Rio Doce.
O DIÁRIO DO AÇO apurou junto aos órgãos ambientais, na manhã dessa segunda-feira, que isso não ocorreu. A área limítrofe ao parque está em observação e brigadistas em estado de alerta desde o começo do período crítico de seca, que este ano é considerado o mais grave dos últimos dez anos.
Outro
Na área de matas replantadas em serras no entorno do Vale do Aço, como Cocais dos Arruda (Coronel Fabriciano), Achado e Batinga (Santana do Paraíso), o fogo tem sido frequente.
No fim de semana a vegetação que cobria a serra da Batinga ardeu em chamas. O fogo, sempre de origem criminosa, consumiu a proteção da vegetação, não de eucaliptos, mas também a mata nativa, em uma área onde nascem vários ribeirões, afluentes do rio Doce.
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