28 de outubro, de 2014 | 00:00
Tranquilidade no 2º turno
A votação definiu a reeleição de Dilma Rousseff para presidente
IPATINGA Nos municípios que integram a comarca de Ipatinga, a movimentação nos pontos de votação transcorreu de forma tranquila durante a realização do 2º turno. O quadro repetiu-se nos demais municípios da região, com ocorrências pontuais. A avaliação é dos juízes eleitorais, Nilson Ribeiro e Fábio Torres, e do comandante do 14º Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel Edvânio Carneiro. A votação definiu a reeleição de Dilma Rousseff (PT) para presidente da República com 54.501.118 votos (51,64%). Aécio Neves (PSDB) obteve 51.041.155 (48,36%) dos votos do eleitorado brasileiro.
Fábio Torres destacou que o pleito transcorreu dentro de uma normalidade excepcional”, onde o cidadão pode comparecer livremente aos locais de votação e expressar sua vontade política, sem qualquer transtorno e acometimento de crimes. Ocorreram algumas prisões, mas foram em número infinitamente menor em relação ao primeiro turno, esse foi o fruto de um amadurecimento democrático que ocorreu de lá pra cá”, avaliou.
Em relação à diminuição de panfletos e santinhos nas ruas, Fábio Torres destacou o trabalho realizado pelas polícias Militar e Civil, em conjunto com o Ministério Público e a Justiça Eleitoral. Com atuação de repressão, os órgãos buscaram a diminuição de atos praticados no primeiro turno.
Todas as pessoas que foram presas estão sendo processadas e muitos receberam multa de valor elevado. Isso inibe a prática, principalmente de se jogar santinhos ao longo das vias públicas”, disse. Durante o processo eleitoral desse domingo, sete urnas foram trocadas, situação considerada como normal pelo juiz eleitoral, se considerado o número de urnas colocadas no sistema de votação nas três zonas (130, 131 e 348).
Prisões
O diretor do foro eleitoral da comarca de Ipatinga, Nilson Ribeiro, avaliou como tranquila a movimentação. O que tivemos de ocorrência foram casos pequenos e prisão por desrespeito à legislação eleitoral, como no caso dos cavaletes. Mas não registramos transtorno, foi uma eleição tranquila”, destacou o juiz
O comandante do 14º Batalhão de Polícia Militar, Edvânio Carneiro, pontuou que todos os eleitores que compareceram para votar, em todos os locais de votação, tiveram segurança para escolher, conforme seu entendimento, o candidato da sua preferência. O tenente-coronel destacou a limpeza nas ruas, que ficaram livres da presença de material de campanha nas proximidades dos locais de votação.
Isso foi possível a partir do momento em que algumas pessoas foram presas ainda durante a madrugada do primeiro turno, jogando santinhos pela janela de veículos. Foram 12 veículos apreendidos por essa prática. No 2º turno não houve apreensão de veículo, não porque a polícia não fiscalizou, mas sim porque não houve a prática”, frisou. .
Para coibir a sujeira nas ruas foram realizadas audiências no Juizado Especial, com fixação do valor de R$ 1000, com uma transação penal para as pessoas presas no primeiro turno.
No segundo turno da eleição, foi registrada a prisão de uma pessoa que colocava cavalete próximo ao local de votação, prática que é proibida. A ocorrência foi encaminhada à Polícia Federal. Além disso, duas pessoas foram conduzidas à delegacia por venda de bebida alcoólica.
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