28 de outubro, de 2014 | 18:40

Funcionalismo anuncia paralisação

Servidores públicos de Santana do Paraíso reivindicam melhores condições de trabalho


DA REDAÇÃO – Os servidores municipais de Santana do Paraíso definiram em assembleia sindical pela paralisação dos serviços nesta quinta-feira, quando um ato público será realizado em frente o prédio da Prefeitura de Santana do Paraíso, às 12h. O prefeito de Santana do Paraíso, Antônio Afonso Duarte, o Zizinho (PT), contesta as alegações para o movimento.

Em reunião realizada no último dia 21, com o Sindicato dos Servidores Públicos de Santana do Paraíso (Sindsesp) servidores encheram o plenário da Câmara Municipal e por unanimidade definiram pela paralisação de todos os serviços.

A medida vai atingir os serviços da educação, saúde, obras, assistência social e a área administrativa. O sindicato alega que cumprindo a lei de greve, os serviços essenciais de urgência e emergência da saúde serão mantidos no mínimo de 30%.

A coleta de lixo, por sua vez, não será interrompida. A manifestação tem como bandeira a melhoria das condições de trabalho que de acordo com os servidores “beiram a precariedade”.

“Enfrentamos um completo descaso no que se refere às condições de trabalho. Recebemos denúncias de falta de tudo, material para os postos de saúde, material para os professores, falta de estrutura, tem escola que o quadro está escorado com mesas, outra com salas sem sequer um ventilador”, afirma o presidente do Sindsesp, Ricardo Valverde.

O prefeito de Santana do Paraíso, Antônio Afonso Duarte, o Zizinho (PT), rebateu as críticas e afirmou que não há pauta pendente com o sindicato. Ele afirma que uma comissão trabalha em conjunto com o sindicato para atender as reivindicações.

“Sempre defendemos o diálogo. Nem sei o que eles estão reivindicando, recebi o ofício informando a paralisação, mas nenhuma pauta. Não vejo justificativa para a paralisação. Nos empenhamos em atender a categoria dentro das  nossas condições”,  ressaltou o prefeito.  Em relação aos materiais de trabalho, Zizinho argumenta que não falta material. “Nosso almoxarifado nunca esteve tão cheio”, comentou.

O presidente do sindicato alega ainda que o Executivo não cumpriu com o pagamento do piso para os Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de combate a Endemias, subsidiado pelo Governo Federal.  Sobre o assunto, o prefeito disse que para aplicar o piso é necessário enviar um projeto de lei para a Câmara Municipal.

“Temos 65 agentes e o governo federal nos repasse verba par apenas 49. Os demais já estão cadastrados e aguardamos retorno. É necessário criar condições para esse pagamento e esperar o montante federal”, observou o prefeito. Nesta quarta-feira, o assunto está na pauta da rotineira reunião do secretariado municipal. 

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