19 de novembro, de 2014 | 19:33

Mais voos para a região?

Brasil terá mais seis companhias aéreas e plano de desenvolvimento pode permitir ampliação de voos no Vale do Aço


O Plano de Desenvolvimento da Aviação Regional, que ainda sendo analisado pelo Congresso Nacional, já começa a atrair novas companhias aéreas.  A informação é do tudoviagem.com, parceiro do Portal Diário do Aço para assuntos de transporte aéreo. 

Duas empresas do Rio de Janeiro, duas de Brasília, e uma da Paraíba e outra de São Paulo já receberam da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) licença para funcionamento jurídico. Uma das companhias, a Latin Air, do Rio de Janeiro, tem planos de lançar voos para a América do Sul.

A Sterna Linhas Aéreas, de Brasília, já recebeu um Boeing 737-300, mesmo modelo da extinta Webjet. A aeronave da companhia já está em um hangar de Campina Grande, na Paraíba, onde receberá as cores da nova companhia. A Maria da Glória Transportes Aéreos LTDA, com sede em João Pessoa (PB), recebeu licença de funcionamento no dia 14 de outubro deste ano. É a autorização mais recente.

A Gabanna, de Brasília, e a Flyways, do Rio de Janeiro, planejam lançar voos no Vale do Aço e em Governador Valadares. A empresa precisa usar os aviões ATR-42, com 45 lugares, e o EMB-120, popularmente conhecido por Brasília, com 30 assentos, são as aeronaves que as empresas estudam comprar. Essas aeronaves podem operar, tanto no Aeroporto de Santana de Paraíso quando no de Governador Valadares.

Segundo a Anac, o próximo passo é dar início ao processo de certificação operacional, e, terminada essa fase, as companhias precisam de autorização para exploração de serviços aéreos públicos, ou seja, operar. A Modern, de São Paulo, recebeu licença para o transporte de cargas, mas poderá alterar o pedido para operar voos comerciais.

A concorrência no transporte aéreo regional é uma expectativa antiga dos moradores do Vale do Aço e outras cidades do Leste de Minas Gerais. Hoje a região é atendida por apenas uma companhia aérea.

A esperança é que a entrada de novas operadoras permita preços mais competitivos para a viagem aérea entre o Vale do Aço e a capital mineira, principal destino dos embarques no aeroporto de Santana do Paraíso. 

Entenda

O plano do Governo Federal prevê subvenção de 50 por cento dos assentos de aeronaves, até o limite de 60 lugares, em rotas que tenham como origem ou destino os chamados aeroportos regionais, que atendam até 600 mil passageiros por ano, com exceção da Amazônia Legal, onde esse limite anual será de 800 mil passageiros e a subvenção não terá teto de 50 por cento.

Uma Medida Provisória do governo amplia a margem de utilização de recursos do Fundo Nacional da Aviação Civil (Fnac) para o custeio da subvenção de 25 para 30 por cento. Para 2015, a previsão de orçamento desse fundo é de 4,3 bilhões de reais.

Confira a lista completa das companhias no Tudo Viagem: http://www.tudoviagem.com/
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