21 de novembro, de 2014 | 00:00

Fiscalização de corretores irregulares

Creci-MG reforça ações para coibir atuação de profissionais sem registro na categoria


IPATINGA – Um total de 29 novos corretores já pode atuar no mercado imobiliário regional. A entrega das carteiras profissionais ocorreu na noite de quarta-feira (20), em solenidade realizada no auditório da Associação Comercial de Ipatinga. O evento também reuniu outros profissionais em palestra promovida pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Minas Gerais (Creci-MG). Em visita ao município, o vice-presidente da entidade classista, Newton Marques Barbosa Júnior, destacou o trabalho de fiscalização junto às delegacias regionais, a fim de coibir a atuação de profissionais sem registro.

Em entrevista, o vice-presidente do conselho enfatizou que o estado tem 33 mil corretores de imóveis inscritos junto à autarquia. Ele pontua que na profissão, regulamentada por meio da Lei Federal n° 6.530/78, figura como desafio o combate ao exercício de profissionais irregulares. Para combater essa situação, as ações de fiscalização e investimentos nas delegacias regionais são potencializadas pela entidade.

Newton Júnior salienta que, para ser um corretor de imóveis, é necessário possuir título de Técnico em Transações Imobiliárias. Dessa forma, o cliente, ao negociar com um corretor, pode cobrar a apresentação da credencial da categoria, assim como verificar sua inscrição junto ao conselho. “O cliente tem que tomar consciência que o negócio imobiliário deve ser feito só com o corretor credenciado. Assim, a transação imobiliária será melhor e mais segura para os dois lados”, orientou.

Delegado regional do Creci em Ipatinga, Wesley Harrison Givisiez endossou o alerta e ressaltou que, na Região Metropolitana do Vale do Aço há, além da delegacia regional localizada em Ipatinga, funcionam delegacias municipais do Creci em Coronel Fabriciano e Timóteo. Os telefones e endereços podem ser consultados no endereço www.crecimg.gov.br.

 

Preços dos imóveis resiste, apesar do recuo do setor

 

O mercado imobiliário no estado perdeu fôlego, teve resultados abaixo do esperado com a Copa do Mundo e vive incertezas típicas decorrentes do  atual cenário econômico brasileiro. Vice-presidente do Creci-MG, Newton Marques Barbosa Júnior diz que as expectativas do segmento é que, em 2015, a venda de imóveis retome o ritmo. Na capital mineira e também em cidades do interior, ele informa que tem ocorrido o que poderia ser visto como um “contrassenso”: o número de vendas recuou, mas a valorização dos imóveis subiu. “Apesar de o mercado ter acomodado, os preços esse ano subiram quase 21%”, resume.


O vice-presidente argumenta que a mão de obra ficou mais cara e houve alta na construção civil, dentre outros fatores. O desaquecimento da demanda, contudo, não irá impactar nos preços – pelo menos por enquanto. O anseio é que definições políticas desenhem como será o próximo ano para o segmento. “As eleições tumultuaram muito o mercado. Mas acreditamos que, no ano que vem, fluirá melhor. Com a definição dos ministros que serão empossados e a economia tomando um rumo correto nos iremos retomar o ritmo de vendas”, esperançou. 

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