27 de dezembro, de 2014 | 20:00
Fabriciano ganha Memorial do Rádio
Espaço reúne peças antigas e painéis que contam a história deste meio de comunicação
FABRICIANO Está aberto para visitação pública o Memorial do Rádio Padre Marcos Guabiroba, espaço destinado a resgatar a história deste meio de comunicação. Localizado no Centro, anexo à rádio Educadora, o espaço expõe modelos antigos de rádio, discos, painéis que contam a história do veículo e um estúdio montado com equipamentos da década de 1960. A visitação é gratuita e pode ser feita de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.
O acervo do memorial pertence à congregação redentorista, mas a comunidade pode contribuir com peças que podem ser doadas ou emprestadas para exposição no espaço. O diretor da Rádio Educadora, padre Vanderlei Santos Sousa, aproveitou para convidar a comunidade a ajudar a incrementar o acervo. Pessoas que têm rádios, discos, vinis, vitrolas, tudo que se refere à comunicação nos últimos cem anos podem fazer doação ou empréstimo para ser exposto para a comunidade”, resume.
O diretor conta que a montagem do memorial foi motivada pela história da emissora pioneira da região, fundada em 1968 e que serviu de escola para muitos comunicadores. Resolvemos disponibilizar essa história para a comunidade e estudantes de Comunicação. Esse é um espaço para as pessoas pesquisarem e fazer uma viagem no tempo”, pontua.
Em sintonia com a modernidade, o memorial disponibiliza um tablet onde os visitantes podem ouvir músicas e programação de rádio enquanto apreciam os modelos antigos. É importante refletir o que queremos para a comunicação do futuro. O rádio é um veículo de entrada na casa das pessoas, companheiro do dia a dia, queremos, cada vez mais, valorizar isso”, frisou padre Vanderlei.
Migração
No mês passado venceu o prazo para os pedidos de migração das rádios AM para a faixa FM, que é opcional. Na opinião do diretor da Educadora, a mudança trará perda de potência. A rádio AM atinge uma população muito maior com as ondas médias. Se migrar para FM não atenderemos as mesmas pessoas. Além disso, a rádio sobrevive com retorno financeiro pelo alcance da programação. Por isso, defendemos que cada um opte pelo que achar mais viável”, pontuou.
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