06 de janeiro, de 2015 | 20:00

Alto risco de afogamentos

Combinação férias e calor aumenta os perigos de fatalidades dentro água


IPATINGA – Desde que o verão começou o Corpo de Bombeiros registrou dois afogamentos, uma criança de 12 anos morreu afogada em uma lagoa perto do bairro Ipaba de Santana do Paraíso e um adulto morreu na represa do rio Piracicaba, em Antônio Dias. A

O período é considerado crítico e requer cuidado redobrado na hora de procurar um local para se refrescar com água. O comandante do Corpo de Bombeiros de Ipatinga, tenente Hoberdan Inácio, ressalta que a combinação de verão e férias aumenta a possibilidade de casos de afogamentos. “Neste período a maioria das famílias procura locais para se divertir e se refrescar. Com isso vem a possibilidade de aumento de afogamentos”, frisou o tenente.

O número baixo de afogamentos até o momento na região se deve, na avaliação do oficial, ao fato de muitos clubes disporem de salva-vidas. Regularmente os bombeiros ministram cursos de salva-vidas na região. “A maioria dos clubes tem esse profissional. A orientação dos bombeiros é que, ao procurar o local de lazer, a pessoa busque aquele que tenha presença de guarda-vidas e evite rios e lagoas”, afirmou o comandante do Corpo de Bombeiros.

Se a opção por lazer for um local sem salva-vidas a atenção deve ser redobrada, como por exemplo, a de evitar brincadeiras extravagantes. “Nunca pule de cabeça na água porque pode ter um galho ou algo que cause lesão na coluna cervical. Com ingestão de bebida alcoólica o reflexo diminui e a pessoa fica mais propensa ao afogamento”, destacou o comandante. Outro alerta é para as crianças. “Mesmo em local com guarda-vidas é importante que os pais fiquem atentos o tempo todo, pois elas são curiosas e rápidas”, comentou o tenente Hoberdan Inácio. 

Orientações
No caso de afogamento há um grande perigo em tentar resgatar a vítima. O tenente Hoberdan Inácio alerta para a tendência de a pessoa afogada levar a outra para o fundo também. “Normalmente afogam duas ou três pessoas. Mesmo se a pessoa souber nadar bem pedimos que ela não tente salvar a outra. Geralmente quem está se afogando entra em desespero e tenta se agarrar ao outro e, assim, levá-lo para o fundo. O certo é pegar uma boia, corda ou mesmo uma garrafa plástica descartável, com tampa fechada, e jogar para a pessoa”, orientou o tenente Hoberdan Inácio.

 

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