27 de janeiro, de 2015 | 17:41

Moradores comemoram reabertura da Rua Morubixaba

Problema de mais de quatro anos é resolvido após a construção de muro de arrimo e nova pavimentação


IPATINGA - Depois de mais de quatro anos de muitos transtornos e até interdição, a Rua Morubixaba está liberada e volta a receber o tráfego regular de veículos. A Prefeitura de Ipatinga realizou uma série de intervenções para corrigir um problema antigo no local, o que é motivo de muita comemoração por parte de motoristas, motociclistas e moradores do bairro Iguaçu, que dependem da via em seu cotidiano.

Para o aposentado Antônio Ferreira Peixoto, que vive há 42 anos no bairro, dirigir pela Rua Morubixaba sempre foi uma alternativa para evitar as vias de maior fluxo. “De uns anos para cá, ficou perigoso transitar por aqui e passou a ser necessário dar uma enorme volta. Agora, com o trabalho da Prefeitura, o caminho de ida e volta para casa ficou mais curto e até mais bonito”, elogia.

O problema surgiu com o desabamento de um muro construído irregularmente em um imóvel localizado quase na esquina entre as ruas Morubixaba e Turfa. A Prefeitura realizou um diagnóstico da situação, por meio da Secretaria Municipal de Obras Públicas (Semop), e no ano passado tomou a iniciativa de limpar uma área para acesso ao local da construção, que é uma das intervenções indicadas pela comunidade no 16º Congresso Municipal de Prioridades Orçamentárias (Compor).

Em seguida, a Prefeitura promoveu a troca de toda a tubulação da rede pluvial no trecho da via e construiu um muro de arrimo de 11 metros de comprimento, por 8,8 metros de altura e um metro de espessura. A edificação consumiu mais de 80 m³ de concreto e 2,5 toneladas de ferragens, para que atingisse o mesmo nível da rua e, dessa forma, permitisse a recuperação do trecho “engolido” pelo desabamento do antigo muro. Os recursos investidos pela Prefeitura somam R$ 220 mil em toda a obra.

Os moradores que utilizam o transporte público também aprovam a intervenção. “Perdia um tempo valioso todos os dias, pois tinha de caminhar até o outro ponto na Rua Turfa para tomar um ônibus, que antes passava na minha porta. Felizmente, agora tudo voltou ao normal”, comemora a vendedora Márcia de Araújo Dias, 38 anos, que depende da linha 400 (Limoeiro – Hospital) para seu trabalho diário de vendedora autônoma.
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