29 de janeiro, de 2015 | 17:41
Contribuição Sindical Urbana
O valor da Guia varia de acordo com o capital
TIMÓTEO Comerciantes varejistas e atacadistas de bens e serviços da região têm até amanhã, dia 31, para pagar, sem multa, a Guia de Recolhimento da Contribuição Sindical Urbana (GRCSU). Emitido pela Federação do Comércio do Estado de Minas Gerais (Fecomércio-MG), o documento está sendo enviado às lojas de Ipatinga, Coronel Fabriciano e Timóteo por meio do Sindcomércio Vale do Aço. Informações podem ser obtidas pelos telefones 3821-9020, 3842-2040 e 3849-4490.
O presidente do Sindcomércio, José Maria Facundes, afirma que o pagamento em dia da GRCSU além de previsto em lei é fundamental para fortalecer o comércio local, garantindo representação ativa e defesa de direitos. Também proporciona aos empresários vantagens e benefícios durante todo o ano. Sem contar que a empresa que paga em dia a Contribuição Sindical está contribuindo com o fortalecimento de sua categoria econômica e poderá ser mais bem representada perante os órgãos públicos e no meio político”, explica Facundes.
Conforme o dirigente patronal, os comerciantes do Vale do Aço que cumprem suas obrigações legais têm direito a usufruir do Programa Assistencial” oferecido pelo Sindcomércio. Temos assessorias jurídica, econômica, empresarial e contábil, entre outras, sem custos para nossos representados. Sempre estamos promovendo cursos, treinamentos e workshops voltados para o comerciante da região. Ainda disponibilizamos um serviço de Saúde Ocupacional e Segurança do Trabalho com preços subsidiados”, enumera o dirigente sindical.
Um dos muitos serviços que o Programa Assistencial abrange é o Banco de Empregos”, no qual empresas com dificuldade em contratar funcionários podem solicitar ao Sindcomércio currículos de profissionais das mais variadas áreas. Somos acionados diariamente e temos ajudado as lojas a encontrar o profissional adequado para sua vaga”, resume o dirigente sindical.
Capital social
O valor da Guia de Recolhimento da Contribuição Sindical Urbana varia de acordo com o capital social do negócio. Empresas que deixam de pagar a GRCSU ficam impedidas, por exemplo, de participar de concorrências públicas (cartas convite, licitações, etc.) e, ainda, podem ser multadas em uma eventual fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
O que é arrecado é partilhado entre a Confederação Nacional do Comércio (CNC), a Federação do Comércio do Estado de Minas Gerais (Fecomércio-MG), o Sindcomércio Vale do Aço e o próprio Ministério do Trabalho.
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