07 de março, de 2015 | 10:30

Palestra aborda o papel do profissional contábil

Atividade gratauita e aberta ao público será realizada no Unileste, nesta segunda-feira


DA REDAÇÃO - O Centro Universitário do Leste de Minas Gerais (Unileste) sedia, nesta segunda-feira (9), a palestra "Responsabilidade do profissional da contabilidade frente ao crime de lavagem de dinheiro". O evento, promovido pelo curso de Ciências Contábeis, em parceria com o Conselho Regional de Contabilidade de Minas (CRC-MG), ocorrerá no Teatro João Paulo II, às 19h, no campus de Coronel Fabriciano. A atividade, gratuita e aberta ao público, será ministra pela professora Rosa Maria Abreu Barros, conselheira do CRC-MG.

Segundo o coordenador do curso de Ciências Contábeis do Unileste e conselheiro do CRC-MG, Jens Erik Hansen, a palestra tratará especialmente da Lei nº 12.683/2012, que alterou o texto da Lei nº 9.613/98, que dispõe sobre os crimes de "lavagem" ou ocultação de bens, direitos e valores. “É um assunto que interessa muito tanto à comunidade acadêmica quanto à comunidade externa, pois estabelece que o profissional da Contabilidade deve comunicar ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) os casos em que suspeitar que seu cliente esteja envolvido em lavagem de dinheiro. O profissional que não cumpre a lei pode ser responsabilizado como coautor e, assim, ser envolvido em crime, mesmo que ingenuamente”, explica o professor.

Para a palestrante Rosa Maria Abreu Barros, conselheira do CRC-MG, o crime de lavagem de dinheiro é tema recorrente no mundo todo e, nesta oportunidade, será tratado à luz de resoluções do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) e do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), órgãos que dispõem sobre procedimentos a serem observados pelos profissionais e Organizações Contábeis no exercício de suas funções.

“Gosto muito de fazer uma reflexão desse tema a partir do conceito de ética, ou seja, do conjunto de normas que orientam a conduta de uma determinada categoria. Assim, precisamos estar atentos em não desvincular a moral e os interesses empresariais, ou moral e pressões advindas da sociedade civil que interferem negativamente na maioria de suas contrapartes”, resume Rosa Maria Abreu Barros, conselheira do CRC-MG.


 
Encontrou um erro, ou quer sugerir uma notícia? Fale com o editor: [email protected]

Comentários

Aviso - Os comentários não representam a opinião do Portal Diário do Aço e são de responsabilidade de seus autores. Não serão aprovados comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes. O Diário do Aço modera todas as mensagens e resguarda o direito de reprovar textos ofensivos que não respeitem os critérios estabelecidos.

Envie seu Comentário