18 de março, de 2015 | 20:00

Greve dos Correios não afeta o Vale do Aço

A principal reivindicação dos funcionários é contra a privatização da empresa


IPATINGA – A paralisação dos funcionários dos Correios em Minas Gerais não atingiu as cidades da Região Metropolitana do Vale do Aço. Conforme informação da assessoria de Comunicação dos Correios, apenas 15 sindicatos, localizados em 12 Estados, estão anunciando realização de assembleias para deflagração de paralisação.

O Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Correios, Telégrafos e Similares do Estado de Minas Gerais (Sintect-MG) informou que ainda não tem o balanço das adesões, mas garantiu que no interior do Estado há agências fechadas devido à greve. Além disso, conforme o sindicato, a expectativa é que, ao longo do dia, a adesão aumente.

A principal reivindicação é contra a privatização da empresa. Além disso, a categoria protesta contra benefícios trabalhistas perdidos nos últimos anos. 

Justiça
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) deferiu na terça-feira (17), liminar em favor dos Correios, determinando que as duas Federações que representam os trabalhadores (Fentect e Findect) mantenham efetivo mínimo de 80% em cada uma das unidades localizadas nas bases de atuação, bem como se abstenham de impedir o livre trânsito de bens, pessoas e carga postal em todas as unidades localizadas nas suas bases territoriais.

A decisão da ministra Maria de Assis Calsing prevê multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento pelas federações. O objetivo é garantir a continuidade da prestação dos serviços, considerados “inequivocamente essenciais”, segundo despacho da magistrada.

Dentre os 36 sindicatos dos Correios em todo o Brasil, 21 não estão realizando qualquer tipo de movimentação para decretar a paralisação. Apenas 15 sindicatos, localizados em 12 Estados, anunciaram a realização de assembleias para deflagração de paralisação com base em assuntos que não afetam os interesses dos trabalhadores.

“Assim, a empresa considera o movimento injustificado, já que todas as reivindicações estão sendo negociadas com representantes dos trabalhadores em reuniões mensais do Sistema Nacional de Negociação Permanente dos Correios e, em alguns casos, até mesmo com mediação do TST”, aponta a assessoria dos Correios.

 

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