28 de abril, de 2015 | 17:40

Hospital Metropolitano Unimed

As instalações da nova unidade contam com tecnologia que permitirá controle energético


DA REDAÇÃO - Uma das preocupações da direção da Unimed Vale do Aço na construção do Hospital Metropolitano (HMU), no bairro Mangueiras, em Coronel Fabriciano, foi com a questão ambiental. A unidade cuja inauguração está programada para maio contará com uma Unidade de Tratamento de Esgoto (ETE) própria que além de tratar, permitirá a reutilização da água do hospital. Os tanques de tratamento da água que será reaproveitada estão prontos e a ETE já está montada para começar a receber os resíduos do HMU. Depois de tratado, o líquido poderá ser reutilizado nas descargas dos banheiros, na limpeza de áreas externas, na lavagem de carros e para outros fins que não demandem água potável.

O engenheiro de processos de tratamento, Antônio Maurício Gonçalves Grillo, explica que todo o líquido que chegar à estação poderá ser tratado. “O que não vai ser aproveitado é a sujeira, a estação de tratamento é um processo que retira biologicamente ou quimicamente os resíduos da água para que ela possa ser utilizada novamente”, explicou o engenheiro, um dos responsáveis pela implantação e funcionamento da ETE.

Com a implantação da ETE na unidade hospitalar será possível, ainda, realizar a remoção das cargas poluentes que são geradas pelo hospital e,  assim, gerar um fluente ambiental que não cause nenhum tipo de impacto ao meio ambiente. “A qualidade dos nossos rios está decaindo cada vez mais, utilizamos o recurso natural que é a água e devolvemos lixo para o rio. Com a estação de tratamento temos a condição de devolver 100% dos resíduos tratados ao afluente sem afetar a qualidade da água do rio”, ressaltou Antônio Maurício. 
Divulgação


unimed 1


A Estação de Tratamento de Esgoto também servirá como suporte para o tratamento da água fornecida pela Copasa, a ser executado pelo hospital. Os resíduos removidos da água que abastecerá a unidade serão encaminhados para a ETE junto às demais cargas poluentes.

Tecnologia

As instalações do HMU contam ainda com tecnologia que permitirá controle energético, evitando gastos desnecessários e harmonia com as questões ambientais, como por exemplo, a utilização do calor gerado pelo ar-condicionado central, para aquecer a água, e o reaproveitamento dessa água. Claraboias de iluminação foram estrategicamente posicionadas ao longo dos corredores de setores como o de internação, no intuito de economizar o consumo de energia e utilizar ao máximo a iluminação natural. “Em um hospital de grande porte como o Metropolitano, é essencial que tenhamos projetos que possam nos ajudar a gerar economia de uma forma que também reduziremos os impactos causados ao meio ambiente”, enfatizou o gerente de manutenção da Unimed Vale do Aço, Wesley Almeida e Santos.

HMU está posicionado em localização estratégica

A entrega das obras do Hospital Metropolitano Unimed Vale do Aço está programada para 22 de maio. A fase de acabamento está na conclusão e os equipamentos são instalados. O hospital foi construído em uma área de 20 mil m² e, ao todo, receberá um investimento de R$ 70 milhões.

Quem passa perto da unidade hospitalar já pode ver a placa de aproximadamente sete metros de altura que foi colocada na entrada. O empreendimento está localizado em Coronel Fabriciano, fica a 10 quilômetros de Ipatinga e a cinco quilômetros de Timóteo. Sua posição estratégica se deve ao fato de a cooperativa abranger 14 municípios em sua área de atuação.

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