01 de junho, de 2015 | 18:00

Imunização avança

Ipatinga supera meta de vacinação contra a gripe


DA REDAÇÃO - Em Ipatinga, 42.097 pessoas já estão protegidas contra a gripe. O município ultrapassou a meta geral da campanha, com 83,61% do público-alvo imunizado. O preconizado pelo Ministério da Saúde é de 80% da população-alvo, estimada em 50 mil. Ainda assim, a Prefeitura de Ipatinga continua a disponibilizar as doses para idosos, gestantes, puérperas, pacientes com doenças crônicas e condições especiais, crianças com idade entre seis meses a menores de cinco anos e profissionais da saúde.

Os grupos citados acima estão mais suscetíveis a sofrer complicações por gripe, em caso de exposição ao vírus. Mas conforme estudos, a vacinação pode reduzir de 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza. A vacina é segura, praticamente não tem efeito colateral e protege contra os três tipos de vírus de gripe, inclusive contra o H1N1 (Influenza A), que é altamente infeccioso.

A campanha nacional de vacinação contra a gripe foi prorrogada até o dia 5 de junho. Mas em virtude do feriado de Corpus Christi, as 17 salas de vacinas nas Unidades Básicas de Saúde de Ipatinga funcionarão até próxima a quarta-feira (3). A Secretaria Municipal de Saúde orienta às pessoas que ainda não se vacinaram a procurar a unidade de saúde mais próxima e garantir a proteção.

Gestante
Apesar de cumprir a meta nacional, a Secretaria Municipal de Saúde chama a atenção das gestantes e puérperas, grupos prioritários com baixa adesão à campanha. A cobertura vacinal até o momento para estes grupos é de 49,7% (1.112 gestantes) e 50,8% (206 puérperas). A referência técnica em Saúde da Criança e do Adolescente da Prefeitura de Ipatinga, Karoline de Castro reforça a segurança da vacina e a sua importância para a proteção da mãe e do bebê.

“A vacinação protege a gestante e possibilita a transferência de anticorpos para o feto e o bebê, via placenta e leite materno, respectivamente. Dessa forma, a mulher evita o parto prematuro e protege o menor de seis meses que ainda não pode receber a vacina”, explica.
 
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