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21 de novembro, de 2015 | 10:25

Perdas com usinas paradas por lama no rio Doce ainda são avaliadas

Atualmente, três usinas da empresa estão paradas, em um total de 610 megawatts em capacidade instalada


A Cemig negocia com autoridades do setor elétrico como será tratada a paralisação das hidrelétricas que a companhia opera no rio Doce, atingido pelo rompimento de barragens da mineradora Samarco/Vale/BHP em Mariana.

Atualmente, três usinas da empresa estão paradas, em um total de 610 megawatts em capacidade instalada, informou o diretor de Relações Institucionais, Luiz Fernando Rolla.

Nas hidrelétricas de Candonga e Aimorés, a Cemig tem como sócia a Vale, por meio da joint venture Aliança, enquanto na usina de Baguari a estatal mineira tem como parceiros Neoenergia e Furnas, da Eletrobras.

"Estamos avaliando qual o impacto que esse desastre acarretou. Naturalmente, é uma questão de força maior, não temos condição de mitigar esse impacto em função de sua dimensão", adiantou Rolla.

Para voltar a operar a companhia terá que limpar os reservatórios das três usinas, o que ocorrerá de forma gradativa e contando também com o fluxo do rio.

No momento do acidente, apenas a hidrelétrica Candonga estava em funcionamento, uma vez que as usinas de Aimorés e Baguari não operavam "há alguns meses" devido ao baixo volume de água nos reservatórios.
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