11 de abril, de 2016 | 17:18

Gestor visita projeto de Xadrez no Vale do Aço

Até o dia 13, José Petrola conhecerá atividades desenvolvidas na região


IPATINGA – A Fundação Brasileira de Xadrez/Aciapi, que desenvolve o Projeto Xadrez Esporte Educacional com patrocínio da Petrobras, por meio do Programa Socioambiental, recebe, até o dia 13, o gestor do projeto, José Petrola, para uma visita técnica. Ele, que também é funcionário da Petrobras, chegou à região nesta segunda-feira (11), com objetivo de fiscalizar o andamento das atividades e como a cultura do xadrez escolar tem sido inserida nas escolas das 22 cidades onde o projeto atua. O sucesso dessa visita implica na continuidade do projeto nos próximos anos.

José Petrola observa que veio conhecer de perto o projeto e verificar como andam as atividades, além de se reunir com a equipe da fundação. O procedimento é realizado com todos os projetos que são patrocinados pela Petrobras. Petrola acrescenta que a empresa reconhece a importância de valorizar o esporte educacional, principalmente como uma ferramenta de construção da autonomia e da responsabilidade do indivíduo na educação.

“Consideramos que o xadrez é pertinente nesse processo e também pode ser considerado um esporte. Esse projeto já foi selecionado num edital de 2012 e, inclusive, foi renovado em reconhecimento a importância do xadrez nesse processo”, disse. O curador e fundador da Associação, Geraldo Antônio da Silva Filho, pontua que o xadrez é uma ferramenta que já está na escola como esporte há muitos anos. Ele destaca que, a partir de 1986 quando foi criado o comitê de xadrez escolar no mundo, começaram a pesquisar os benefícios que ele trazia. Foi observado que constrói autonomia, respeito às regras e desenvolve uma série de habilidades intelectuais. 
Divulgação


petrola


“Gosto de dizer que o xadrez está na escola por dois motivos: o primeiro porque desenvolve habilidades intelectuais, e também por condutas de comportamento. Ele cria nas crianças o hábito de estudar, porque para desenvolver o xadrez tem que estudar bastante, além de controle psicofísico, conseguindo ficar concentrada mais tempo”, assegura.

Geraldo Filho relata que, por causa do projeto, o xadrez tem virado uma cultura na região. As secretarias municipais e as superintendências regionais de ensino, que são três dentro do projeto, já inserem no edital para contratação de novos professores, a exigência para que tenha competência para o ensino de xadrez. “Isso é muito gratificante, porque temos observado que tem se transformado numa modalidade esportiva dentro da cultura das escolas de nossa região”, conclui. 


 
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