10 de junho, de 2016 | 17:33

Fórum de Saúde Mental discute Inclusão Social

Debatedores trataram do atendimento para deficiência auditiva, visual, motora, intelectual, autismo, entre outros


O Fórum Intersetorial de Saúde Mental da Criança e do Adolescente de Coronel Fabriciano promoveu, na quinta-feira (9), mais um encontro cujo objetivo foi o de estudar situações especiais e encaminhamentos de casos específicos. A Capacitação de Professores, Oficina de Formação da Rede de Atenção e Seminário Intersetorial também entraram para a pauta da reunião.

Os menores com algum tipo de transtorno, portadores de necessidades educacionais especiais (deficiência auditiva, visual, motora, intelectual, autismo, etc.), são atendidos em turmas regulares nas escolas da rede municipal por professores especializados.

Além da inclusão social, os alunos especiais participam de aulas em contra turno. “Antes ou depois do horário escolar, atendo alunos cegos e com baixa visão, ensinando libras e atividades que ajudam no desempenho”, afirma a professora da sala de recursos do NAP (Núcleo de Apoio Pedagógico), Gisele Campos.

O preconceito também é discutido nas reuniões. “O preconceito predominante é dos pais dos alunos que convivem em sala de aula com os alunos especiais. Quando orientamos e explicamos a importância da inclusão e interação para o futuro de ambos, eles compreendem e até passam a ajudar”, explica a Coordenadora de Educação Inclusiva, Maria do Carmo Fonseca.

Na avaliação da conselheira tutelar, Samila Mirele, o fórum é importante e muito proveitoso. “Por meio desses encontros, podemos obter conhecimento se as crianças e adolescentes estão sendo atendidos pela rede de proteção corretamente e se os pais estão sendo negligentes ou responsáveis com os devidos tratamentos”, afirma a conselheira. A Rede de Proteção engloba vários órgãos que garantem os direitos dos menores.

 
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