24 de junho, de 2016 | 18:00
Azul Linhas Aéreas recebe imprensa
Representante do DIÁRIO DO AÇO, Thales Maciel de Assis, foi um dos participantes
IPATINGA A diretoria da Azul Linhas Aéreas recepcionou profissionais de imprensa para um bate-papo. O encontro ocorreu nas unidades da empresa, nas cidades de Barueri e Campinas, em São Paulo, nos dias 15 e 16 de junho. De Ipatinga, o representante do DIÁRIO DO AÇO, Thales Maciel de Assis, foi um dos participantes.
Ele relata que foi uma conversa totalmente amistosa, onde a equipe da Azul demonstrou interesse em ser transparente e mostrou que se preocupa com seu cliente. Thales conta que o presidente da Azul, Antonoaldo Neves, falou sobre os preços das tarifas e destacou que avião cheio não é avião rentável.
Deixou claro que eles voam para ganhar dinheiro, mas que o preço poderia ser mais baixo, entretanto, há muita burocracia, muito imposto. Ele lembrou que o preço de querosene de voo é muito elevado e em alguns Estados se consegue acordo, o que não ocorre em Minas Gerais e São Paulo. Em Pernambuco e na capital do Amazonas, Manaus, por exemplo, sim”, resumiu.
Thales Maciel questionou a razão de os clientes de Ipatinga voar para Confins e não para o aeroporto da Pampulha. O presidente explicou que alguns voos são importantes para a Azul, mas nem sempre são rentáveis. Mas são importantes pelas conexões. O voo Ipatinga-Confins leva muitas pessoas para São Paulo. Ele também citou um voo de Marília, que vai para São Paulo e de lá para outros lugares”, exemplificou.
Usiminas
Em relação à possibilidade de não haver um administrador para o aeroporto de Santana do Paraíso, o presidente da Azul relatou momentos de pânico. Foi assim que ele classificou. Quando a Usiminas disse que não operaria mais, cogitou-se suspender as vendas de passagens, porque precisavam de um administrador para o local. Apesar do susto, tudo correu bem”, concluiu.
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