28 de junho, de 2016 | 16:04
Não deixei a prefeitura sucateada”
Ex-prefeito de Iapu afirma que gestão foi feita de forma responsável
IAPU O ex-prefeito de Iapu, Márcio de Almeida Silva (PR), que deixou o cargo em 2012, quando integrava o Partido dos Trabalhadores (PT), procurou o DIÁRIO DO AÇO para defender sua gestão. Ele afirma que, apesar de declarações recentes do atual prefeito, José Carlos, o Kako (PSDB), a prefeitura não foi deixada de forma sucateada, mas sim com recursos para obras”.
Ele esclarece que não quer polemizar, mas apenas fazer alguns esclarecimentos”. Talvez a atual administração tenha se enganado em alguns pontos, mas gosto de falar daquilo que nós fizemos. Pegamos a prefeitura em 2009, quando assumimos o segundo mandato, pegamos em um momento de crise, tivemos de renegociar com o INSS pendências da administração passada e não havia nenhuma obra em andamento”, recorda.
Em 2009, relata, buscou recursos junto aos governos estadual e federal. Mesmo diante da crise, consegui arrecadar um montante de mais de R$ 10 milhões, sendo R$ 5 milhões do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC) 2, quando foram feitas várias obras no bairro Caixa DÁgua, como muros de contenção, calçamento e reformas de casas”, explica.
Márcio Silva pondera que, na virada de 2012, todas as prefeituras sofreram um bloqueio do INSS, o que fez com que mais de 500 cidades não conseguissem antecipar o mês de dezembro ao funcionalismo”. Considero como uma das únicas falhas de minha administração. Mas não por minha culpa e sim pelo momento que o país vivia e pelos bloqueios que o INSS fez”, pontua.
O ex-prefeito destaca que deixou R$ 2,5 milhões do PAC no Ministério das Cidades, valor que está disponível para obras, que até hoje, segundo ele, não foram feitas. Deixamos um posto de saúde pronto e outro iniciado no Córrego Santo Estevão. Deixamos as escolas equipadas e a cidade com obras. Então, não podemos dizer que a cidade estava ruim. Deixamos com obras, com recursos para fazer mais”, enfatiza.
Eleição
Ele destaca que é pré-candidato a prefeito e pede que a pré-campanha seja feita dentro dos moldes que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) preconiza. Sem agressões. Queremos uma campanha em que as pessoas respeitem o voto do outro”, concluiu Márcio Silva.
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