30 de julho, de 2016 | 09:55

Câmara aguarda resposta da PMCF para votar reajuste de servidores

Servidores aguardam definição sobre a situação


DA REDAÇÃO – O presidente da Câmara Municipal de Coronel Fabriciano (CMCF), Nivaldo Lagares Pinto Querubim (PDT), informou que a Casa Legislativa aguarda um encaminhamento da administração municipal para votar o reajuste aos servidores públicos do Executivo.

O parlamentar alega que no último dia 12 a prefeita Rosângela Mendes (PT) recebeu o ofício nº 130/2016 (intitulado “Campanha Salarial dos Servidores Públicos Municipais/2016”), de autoria do parlamentar e assinado por 14 dos 17 vereadores (exceto os parlamentares Marcos da Luz e Edem Almeida, ambos do PT e Vanderlei Canídia - PCdoB), em que o Poder Legislativo solicitava uma reunião com a chefe do Executivo e sua equipe técnica, bem como representantes do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público de Coronel Fabriciano (Sintmcelf), Central Única dos Trabalhadores estadual (CUT-MG) e CUT Vale do Aço, além de representantes da Federação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal do Estado de Minas Gerais (FETAM-MG).

“Buscamos o diálogo no sentido de se construir uma contraproposta que atenda às expectativas da categoria para o momento, e às disposições da legislação. Até hoje não tivemos resposta por parte da administração.

Sintmcelf
No dia 21 de junho, a CMCF realizou audiência pública para debater a campanha salarial dos servidores municipais referente a 2016. Convidado, o Executivo Municipal não encaminhou representante ao debate
Presidente do Sintmcelf, Sirlene Vaz de Moura chegou a classificar como insuficiente a proposta de 4,5% de reajuste apresentada pela administração aos servidores, “sendo válida para trabalhadores da Educação a partir de 1º julho e sem o pagamento de retroativos à data-base estabelecida (1º de março)”.

“Vale lembrar aos servidores da Educação que esse percentual seria aplicado em conformidade com a tabela de vencimentos ainda de dezembro de 2015, ou seja, o servidor que recebe salário mínimo não seria, na prática, contemplado com 4,5% de reajuste, e continuaria a receber salário mínimo. Nada mudaria. Em relação aos demais trabalhadores é a mesma proposta (4,5%), distribuída em 2% de reajuste com previsão de pagamento para 30 de setembro e 2,5% para 31 de dezembro”, esclareceu a sindicalista.

JÁ PUBLICADO:

Servidores ficam sem reajuste salarial - 29/07/2016
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