25 de junho, de 2017 | 10:30
Aeroporto Regional segue com futuro incerto
A licitação suspensa previa melhorias e ampliações nas áreas administrativas, operacionais e saguão do aeroporto
Com o processo licitatório suspenso desde 4 de abril pela Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas do Estado de Minas Gerais (Setop), e ratificado pelo Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE), o Aeroporto Regional do Vale do Aço, localizado em Santana do Paraíso, permanece com os investimentos parados e um futuro incerto.
No dia 19 de abril, o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais tornou válida a suspensão do processo, após constatar diversas falhas encontradas no edital. A decisão tomada pelo conselheiro Sebastião Helvécio, relator do processo, foi o último andamento que o processo teve no tribunal. A licitação suspensa previa melhorias e ampliações nas áreas administrativas, operacionais e saguão do aeroporto, o que faria aumentar a capacidade do terminal.
Entre as falhas apontadas no edital estão a ausência de comprovação da publicação, em jornais de grande circulação, da realização de audiência pública; a falta de assinatura pela autoridade competente do ato autorizativo da abertura da consulta pública, e a ausência da relação de investimentos já efetuados.
De acordo com a decisão do relator, a licitação estará suspensa até a conclusão do processo no TCE, que foi aberto no Tribunal a partir de uma denúncia de restrição da competitividade.
A Socicam Administração, Projetos e Representações Ltda. foi a vencedora do processo de Parceria Público Privada, com um prazo de vigência contratual de 30 anos. Após a suspensão da licitação, a empresa atua no aeroporto com Contrato de Emergência.
Azul
A Azul Linhas Aéreas é, atualmente, a única companhia aérea que opera no Aeroporto Regional do Vale do aço, com voos entre o terminal e o aeroporto internacional de Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Há uma expectativa que a melhoria no aeroporto no Vale do Aço permita a operação da companhia com aeronaves maiores do que os atuais ATR-72. Questionada pelo DIÁRIO DO AÇO se pretende realizar investimentos e aumentar as linhas na região, a empresa declarou em nota que está sempre estudando novas possibilidades de operações e melhoria em seus serviços ao cliente”. No entanto, no momento ainda não há previsão de troca de equipamento para atender a cidade de Ipatinga e região.
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Rdish
26 de junho, 2017 | 14:07Apesar de todos os efeitos da crise econômica, o Vale do Aço tem demanda para aeronaves de maior porte, desde que as passagens tenham preço mais acessível. Fica difícil isso quando não temos um aeroporto decente para esse tipo de voo.”
Jm
25 de junho, 2017 | 20:11Investimento não falta,falta é a competência dos políticos da nossa região.”