11 de agosto, de 2017 | 17:02
AMVA busca solução consorciada para destinação do lixo na RMVA
Divulgação
Empresa visa promover a destinação final do lixo urbano, industrial e hospitalar segundo a legislação
Uma equipe técnica da Latin American Geophysical (LATAMGEO) reuniu-se na Associação dos Municípios do Vale do Aço (AMVA), na manhã desta sexta-feira (11) para discutir a adequação dos municípios da Região Metropolitana do Vale do Aço (RMVA) à lei federal 12.305/2010. A empresa é especializada em soluções para o processamento de resíduos e se propõe a atender à necessidade da entidade que tem articulado a organização coletiva dos municípios para promoverem a destinação final do lixo urbano, industrial e hospitalar segundo a legislação.
Empresa visa promover a destinação final do lixo urbano, industrial e hospitalar segundo a legislaçãoO secretário Executivo da AMVA, Albson Alvarenga, explicou que a legislação definiu 2014 como ano/limite para que todos os municípios fechassem os lixões a céu aberto ou aterros controlados” e implantassem a destinação final dos resíduos com os aproveitamentos energético e dos recicláveis. Essa lei faz parte da Política Nacional de Recursos Sólidos. Como o custo do serviço é considerado alto, a AMVA tem viabilizado ações que permitam as prefeituras se adequarem à legislação de forma conjunta”, ressaltou.
Economia de energia
O gerente de Desenvolvimento de Negócios da Latamgeo, Ahmed Meguid, informou que as soluções propostas, além de adequar os municípios à legislação, ainda possibilita a construção de usinas (triagem e secagem) com tecnologia de ponta, sem contaminar o ar, solo e lençol freático. E, ao fim, ainda é produzida energia elétrica capaz de abastecer os equipamentos públicos, tais como, praças, escolas e unidades de saúde. A nossa proposta é resolver o problema e gerar economia para os cofres municipais”, disse.
Tecnologia
Em sua explanação, Meguid mostrou que, pelos métodos tecnológicos adotados pela empresa, o processamento dos resíduos garante a qualidade do ar. Com o sistema de assistência a plasma - calor adicionado ao gás -, tem-se garantido o tratamento das dioxinas e furanos, dois grupos de contaminantes orgânicos persistentes, semi-voláteis e tóxicos que podem causar vários malefícios ao homem. O gerente acrescentou que, atualmente, a empresa desenvolve projetos similares no Cairo, na República Árabe do Egito e na cidade de Caucaia, em Fortaleza/CE. Só com estes dois projetos atenderemos mais de 3,2 milhões de habitantes e evitaremos o corte de quase 1 milhão de árvores ao ano. É a nossa colaboração para a sustentabilidade”, arrematou.
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