21 de agosto, de 2017 | 09:49

Como avaliar o seu comportamento no trabalho

Tália Jaoui

Divulgação
O comportamento no ambiente de trabalho é muito importante. Na maioria das vezes, passamos mais tempo em nossas atividades profissionais do que com a nossa família, o que aumenta as possibilidades de acomodação, rotina e irritação, entre outros problemas. Nossa tendência é a de "empurrar com a barriga" e tornar hábitos determinadas rotinas do cotidiano profissional. Você já parou para avaliar se está rendendo tudo o que pode na sua atividade?

Sem dúvidas não é um avaliação fácil, mas caso a resposta seja negativa é necessário encontrar maneiras de transformas as dificuldades em oportunidades para o desenvolvimento de sua carreira. As mudanças interiores e exteriores dependem da inteligência - emocional e racional - para se materializarem em resultados. Então, o primeiro passo é avaliar como você poderia render melhor.

Se você é uma pessoa negativa, o primeiro passo é tirar a palavra dificuldade de seu dicionário pessoal e profissional. Não existe nada que não possa ser mudado. Basta dar o primeiro passo. Certamente, se você não transmite boas energias, não receberá uma carga de ânimo para exercer suas atividades. Mude hábitos, comece agora.
E todo trabalho certamente tem uma remuneração. Se você paga as suas contas, a notícia que tenho é que o seu cliente é uma pessoa. Apenas pessoas pagam pessoas. Você lida com alguém, não tem como fugir disso.

“Ah, mas trabalho como distribuidor e não tenho contato com o cliente final”. Neste caso, o seu cliente (distribuidor) é a pessoa que paga o seu salário. Quer fazer um teste para auto avaliar o seu serviço, seja ele qual for? Imagine que você foi contratado por uma pizzaria para levar as pizzas até as mesas. E já que vai levar as pizzas, pode levar também as bebidas. Quanto tempo você demoraria para ser demitido ou se demitir?

Quando o cliente disser: quero a de mozarela, mas sem azeitonas, sem borda, com queijo ralado por cima e uma suave crocância na mordida. Te irritou só de pensar? Então repense a sua inteligência emocional.

E quando o cliente disser que não era assim, que tem que voltar a pizza para o forno, que falta uma pedra de gelo na bebida, que o limão era pra ser cortado à francesa? E se o cliente se irritar? Essas cenas geraram qual emoção em você? Raiva? Tranquilidade? Teve vontade de bater? Ou achou tudo “normal”?

Esse simples exemplo faz refletir e traz uma forma eficaz de saber se você precisa de mais autoconhecimento e desenvolvimento. A acomodação e a rotina podem estar travando as possibilidades de transformação em sua carreira ou atividade.

A boa notícia é que existem treinamentos específicos para mudanças de hábitos e comportamentos. É importante ressaltar que todos nós podemos e devemos ser líderes em nossas ações e atividades, sejam elas pessoais ou profissionais. Principalmente neste momento econômico e político que atravessamos, precisamos nos avaliar, desenvolver e transformar todos os dias, meses. É preciso encontrar novas maneiras de navegar, pois os oceanos estão mudando de rota de forma constante.
 
* Master Coach Trainer, psicóloga, palestrante, autora dos livros “Quando! Quando… Quando?” e “A Revolução do Coaching”, coautora de “A Elite do Coaching” vols. I e II.
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