29 de novembro, de 2017 | 09:59

UPA de Coronel Fabriciano poderá ter pedra fundamental lançada em dezembro

Reunião no Ministério da Saúde, em Brasília, definiu investimento na UPA em Coronel Fabriciano, informou o prefeito Marcos Vinícius

A pedra fundamental para a construção da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), tipo 2 em Coronel Fabriciano, poderá ser lançada no mês de dezembro. A obra custará em torno de R$ 3,1 milhões e será bancada integralmente pelo Governo Federal. O Ministério da Saúde investirá outros R$ 800 mil na compra de equipamentos. A prefeitura vai ceder um terreno situado no bairro Silvio Pereira dois para a construção. A informação é da Gerência de Comunicação da prefeitura.

Conforme a assessoria, o prefeito de Coronel Fabriciano, Marcos Vinicius, esteve em Brasília para uma série de audiências em companhia do deputado federal, Domingos Savio (PSDB). Na terça-feira (28) estiveram no Ministério da Saúde para uma reunião com o Secretário Nacional de Atenção a Saúde, Francisco de Assis Figueiredo.

No encontro, ficou acertado que ainda em dezembro, o secretário virá a Coronel Fabriciano para o lançamento da pedra fundamental das obras de construção da Unidade de Pronto Atendimento - UPA e repassar ao município o recurso destinado ao projeto.

A UPA 24h de Coronel Fabriciano será a do tipo 2 que tem o mínimo de 11 leitos de observação e capacidade de atendimento médio de 250 pacientes por dia. Esse modelo é destinado a municípios com população na área de abrangência de 100 mil a 200 mil habitantes. A UPA 24h fará intermediação entre a atenção básica e a especializada.
Francisco também garantiu o aumento da Programação Pactuada e Integrada- PPI do Hospital Dr. José Maria Morais.

PPI
O Programação Pactuada e Integrada (PPI) tem por objetivo organizar a rede de serviços, dando transparência aos fluxos estabelecidos e definir, a partir de critério e parâmetros pactuados, os limites financeiros destinados à assistência da população própria e das referências recebidas de outros municípios.

Reunião no MS em Brasília
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Comentários

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Marcos Guimarães

29 de novembro, 2017 | 23:50

“De fato, a UPA, é uma necessidade.
O problema, é que ao longo da história, a ingerência dos Governos, faliram os hospitais que temos na cidade. Até meados dos anos 2000, tínhamos dois hospitais em Coronel Fabriciano, o Casa de Saúde Nossa Senhora do Carmo, que foi vendido pra UNIMED e o antigo Hospital Siderúrgica, que fechou, virou São Camilo, fechou, reabriu como São Camilo, tornou a fechar e agora tem o nome Dr. José Maria de Morais. Fato é que nosso Prefeito era o Diretor e consentiu no fechamento por falta de recursos. Fica a pergunta: _Se não temos grana pra manter um cacareco de Hospital, vamos ter bolso pra manter uma UPA?
E tem outro fator, a Prefeitura não está doando o terreno, isso não existe! A Empreendimentos Novo Reno, não pagou ao Município o que devia, mas quer continuar trapaceando na venda de imóveis sem escritura na cidade, e neste bolo, fizeram o antigo "QUI PRO QUO" toma lá, dá cá , para os incautos, onde a Empresa se "compromete a regularizar" os imóveis qua há mais de vinte anos foram loteados e se encontram geograficamente e documentalmente como particulares, o que impede que a Administração Municipal faça melhorias, emita certidão de número, calçamento, pavimentação, obras de água e esgoto, o que fere a dignidade do ser humano, e entra na contra mão da Declaração Universal dos Direitos Humanos incisos I ao V.
Espero que nosso novo Prefeito não nos encha de promessas vazias. Não sei como um Município que semana passada estava em Brasília declarando calamidade, junto com Ipatinga, sem dinheiro para pagar os Servidores o 13° salário, agora sonha com UPA.
A Pedra Fundamental de que precisamos, é que funcione com dignidade o que já temos, e é mal assistido. É uma vergonha nossos filhos serem assistidos e nascidos em Ipatinga, Dona Jovita do Cartório sabe disso, porque não temos maternidade e assistência para a gestante nesta cidade.
" A visão do prato é linda, mas se cheirar, é duvidoso comer. Dá pra encarar?"”

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