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04 de maio, de 2018 | 13:42

Polícia Federal cumpre mandados de prisão em Timóteo e mais cinco cidades

Além dos mandados de prisão, também foram cumpridos 17 mandados judiciais de busca e apreensão nas cidades de Belo Horizonte, Ribeirão das Neves, Contagem, Ibirité, Itaúna e Timóteo

Divulgação
As ações foram comandadas pela Força Integrada de combate ao Crime Organizado (FICCO), da Polícia Federal, em uma operação que investiga vários crimes, como tráfico de armas, furto, roubo e adulteração de chassiAs ações foram comandadas pela Força Integrada de combate ao Crime Organizado (FICCO), da Polícia Federal, em uma operação que investiga vários crimes, como tráfico de armas, furto, roubo e adulteração de chassi

Equipes da Polícia Federal cumpriram nessa sexta-feira, sete mandados judiciais de prisão preventiva e dois de prisão temporária, em Timóteo, Belo Horizonte e mais cinco cidades.

As ações foram comandadas pela Força Integrada de combate ao Crime Organizado (FICCO), da Polícia Federal, em uma operação que investiga vários crimes, como tráfico de armas e furto/roubo.

Realizada com membros da Polícia Civil e da Polícia Rodoviária Federal, a Operação Lombada também foca a adulteração de chassi de veículos automotores para revenda e a contrafação de peças automotivas de reposição (embreagens e amortecedores).

Além dos mandados de prisão, também foram cumpridos 17 mandados judiciais de busca e apreensão nas cidades de Belo Horizonte, Ribeirão das Neves, Contagem, Ibirité, Itaúna e Timóteo. A PF não divulga nomes na fase de busca, apreensão e prisão dos investigados.

As investigações tiveram início na Polícia Federal em Minas Gerais e, após seis meses, foram identificados três núcleos criminosos distintos: um responsável por tráfico de armas; outro por furto/roubo e posterior adulteração de chassi de veículos automotores para revenda; e o último por contrafação de peças de reposição automotiva.

O núcleo destinado a falsificar as peças automotivas comprava amortecedores sucateados e, após sua limpeza e pintura, colocava-os em caixas e apunha selos dos fabricantes, vendendo-os como se fossem novos. ( Com informações da Polícia Federal)
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Comentários

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Bruno

04 de maio, 2018 | 15:01

“Deveria ser divulgado os nomes dos abordados e suas respectivas cidades,pois,corremos o risco de
amanha adquirirmos desses bandidos objetos fraudados sem termos conhecimento do processo pelo qual passaram.”

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