25 de agosto, de 2018 | 18:00
PMT ouve demandas do movimento de ocupações
Seguindo a orientação do governo, a proposta é retomar o diálogo com as várias organizações e segmentos organizados da sociedade
O déficit habitacional e a situação atual das ocupações de áreas públicas em Timóteo foi tema de um encontro informal na prefeitura essa semana. Solicitado pelos movimentos de ocupações e pelas Brigadas Populares, organização que atua em várias frentes afins ao direito à moradia, o encontro foi realizado quinta-feira.
Seguindo a orientação do governo, a proposta é retomar o diálogo com as várias organizações e segmentos organizados da sociedade. Além do prefeito Douglas Willkys, participaram da conversa o secretário de Obras, Sérgio Martins Cruz, o secretário de Planejamento, Fabrício Araújo e o gerente de Habitação da prefeitura, Arístenes Giovanni.
Na oportunidade, as dificuldades que o município atravessa, bem como as dívidas herdadas de gestões anteriores foram abordadas durante o encontro. Arístenes Giovanni, no entanto, frisou que isso não será empecilho para avançar no debate nos debates em torno da regularização fundiária, lei de zoneamento e demais questões importantes sobre essa temática.
Outro ponto abordado no encontro foi a sugestão, por parte da administração, da retomada do Conselho Municipal de Habitação, que está desarticulado. Foi apontada a necessidade de envolver também outras instituições como o Poder Judiciário, o Ministério Público, a Agência da Região Metropolitana do Vale do Aço e outros atores nas discussões a respeito dessa questão.
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Mad Max
27 de agosto, 2018 | 07:43Essas INVASÕES DE TERRA, são feitas por imigrantes de outros municípios e oportunistas que só querem ganhar dinheiro com compra e venda de lotes e casas, sem falar os GATOS de energia elétrica que a população honesta acaba pagando a conta. Os políticos pra ganharem votos permitem essas invasões, como exemplo temos o ESPLANADA, BELA VISTA II, o MACUCO, e as áreas de preservação permanente do RECANTO VERDE, e LIMOEIRO e OUTRAS. Vereadores e prefeitos se aproveitam da situação e fazem vista grossa, e o Ministério Público não faz nada pra impedir.”