24 de outubro, de 2018 | 14:45

Minas Gerais tem 5.200 empregos formais de saldo em setembro

Setor de Serviço teve melhor desempenho; em seguida vieram os da Construção Civil e do Comércio

Reprodução
Foram 140.141 admissões e 134.941 desligamentos no períodoForam 140.141 admissões e 134.941 desligamentos no período

Minas Gerais encerrou o mês de setembro com saldo positivo de 5.200 empregos formais, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho na segunda-feira (22). O número representa uma alta de 0,13%, em relação a agosto. Foram 140.141 admissões e 134.941 desligamentos no período.

O setor que mais contribuiu para este resultado foi o de Serviços, com a criação de 9.987 novos postos de trabalho. Em seguida aparecem os segmentos da Construção Civil, com 3.572 vagas, e do Comércio, com 2.659 novos empregos.

Desempenho nacional

O emprego formal no país apresentou crescimento durante o mês de setembro, de acordo com o Caged. O saldo positivo de 137.336 novas vagas representou um acréscimo de 0,36%, em relação a agosto.

Foram 1.234.591 admissões e 1.097.255 desligamentos no último mês em todo o país. O estoque de empregos no período alcançou 38.507.474 vínculos. Houve alta de postos de trabalho em 26 das 27 unidades federativas.
O Caged aponta que o saldo de janeiro a setembro teve um acréscimo de 719.089 vagas, o que representa alta de 1,9%. Nos últimos 12 meses, o aumento foi de 459.217 postos – variação positiva de 1,2%.

O crescimento foi registrado em sete dos oito setores econômicos. Foram 60.961 novos postos apenas em Serviços, o setor de melhor desempenho em setembro.

O segundo melhor saldo ocorreu no setor da Indústria de Transformação, que fechou o mês com saldo positivo de 37.449 vagas. Comércio veio em seguida, com a criação de 26.685 postos.

Também tiveram saldos positivos Construção Civil (12.481 postos), Serviços Industriais de Utilidade Pública – Siup (1.091 postos), Administração Pública (954 postos) e Extrativa Mineral (403 postos). Apenas o setor da Agropecuária apresentou queda (-2.688 postos). (Ministério do Trabalho / Assessoria de imprensa)
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