15 de janeiro, de 2019 | 17:00
Belo Oriente anuncia antecipação do pagamento de férias da Educação
Essa é a segunda vez em pouco mais de um mês que o governo municipal antecipa pagamentos dos trabalhadores
A administração de Belo Oriente anunciou para a próxima sexta-feira (18) o pagamento das férias dos professores e servidores da Educação. Essa é a segunda vez em pouco mais de um mês que o governo municipal antecipa pagamentos dos trabalhadores, mesmo diante da séria crise que atravessam as cidades mineiras.
Estamos assim reforçando o nosso compromisso com os servidores, nossa maior prioridade, pois são eles que prestam os serviços à população. Mesmo não recebendo os recursos a que o município tem direito, estamos nos esforçando para manter em dia o salário do funcionalismo. Isso requer sacrifícios e uma gestão séria e responsável dos recursos públicos”, destacou o prefeito Hamilton Rômulo de Menezes Carvalho.
Segundo os cálculos do governo, a folha de pagamento das férias dos servidores da Educação representa aproximadamente R$ 1 milhão. São mais recursos que ajudam a cidade a atravessar essa crise. Ganham os servidores e ganha o comércio e a prestação de serviços locais”, reforçou o prefeito.
Analisando a conjuntura atual e a crise que assola os municípios mineiros, Hamilton Rômulo afirma ser impossível para as prefeituras continuarem lidando com a retenção de recursos por parte do governo estadual.
O novo governador, Romeu Zema, assegurou que não manterá essa política de retenção de recursos e esperamos que cumpra suas palavras. Já iniciamos o ano com alguns atrasos, mas temos informações que ele tem se empenho ao resolver”, disse o prefeito, confiante na normalização dos repasses.
São recursos que, constitucionalmente, pertencem aos municípios. Por isso não podemos admitir que essa retenção continue acontecendo. As prefeituras são penalizadas e, ainda mais, são penalizados os munícipes. Pois são recursos que deveriam ser empregados em benefício dos moradores, que vinham sendo desviados para cobrir a dívida do estado. É mesmo um absurdo isso”, concluiu Hamilton Rômulo.
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