02 de outubro, de 2020 | 17:09

Câmara de Braúnas rejeita remanejamento orçamentário para serviços essenciais

Arquivo DA
Rejeitada pela Câmara, abertura de crédito adicional suplementar era para aquisição de material de consumo, manutenção de veículos, máquinas, equipamentos, entre outrosRejeitada pela Câmara, abertura de crédito adicional suplementar era para aquisição de material de consumo, manutenção de veículos, máquinas, equipamentos, entre outros

Por cinco votos a quatro, a Câmara Municipal de Braúnas rejeitou essa semana o pedido do Executivo para o remanejamento de recursos destinados a manter serviços essenciais no município. O pedido foi encaminhado pelo prefeito Jovani Duarte Menezes (Pros), mas enfrentou resistência da oposição no Legislativo, que rejeitou o pedido. Jovani disputa a reeleição.

Conforme o governo, o índice de suplementação na maioria das prefeituras é de 20% como era em 2017, em Braúnas, mas foi reduzido em apenas 5%. Ano de 2019 foi para 3%. “Com isso, a administração teve que fazer várias readequações para a população não ser prejudicada, considerando que o município já vinha sofrendo com a queda de arrecadação. Em algumas cidades como Belo Oriente e Governador Valadares, por exemplo, o índice de remanejamento chega a 30%”, detalha o governo.

O projeto levado à apreciação dos vereadores, na quinta-feira (1), pedia abertura de crédito adicional suplementar para proceder a adequação do orçamento, mas acabou rejeitado.

O Executivo esclareceu que o objetivo do pedido era a aquisição de material de consumo, manutenção de veículos, máquinas, equipamentos, pontes e mata-burros, serviços de iluminação pública e dotação de obras e instalações.
“A não aprovação do projeto também compromete a construção de poço artesiano nas Comunidades do Ivo e do Córrego dos Marianos, além da Torre de Telefonia Celular no Córrego dos Candinhos. O município ainda sofre com a falta de repasses por porte do Governo do Estado”, informou o governo.

Morador da Comunidade do Ivo, Wilson Marcelino Pereira, afirma que atrasar as obras nas comunidades com objetivos políticos é uma covardia com a população. “Nós não temos culpa dessa perseguição política. Só queríamos que as obras ficassem prontas dentro do tempo combinado. Quem sai prejudicado com tudo isso somos nós”, desabafou.

Legalidade

Conforme a ata da 12ª Reunião Ordinária, no momento da discussão do projeto enviado pelo Executivo com o pedido de remanejamento, o presidente da Câmara, Plínio César Pinho, informou que havia solicitado todos os decretos relativos às suplementações realizadas em 2020. Em seguida colocou o projeto em votação que não teve aprovação. Acompanharam o seu voto, Leone Pereira, Marcone Caldeira, Talisson Rafael e Teodorico Aurélio. Foram favoráveis ao remanejamento, Célio Aparecido, Eduardo Alves, Gesiel Jessé e Antônio Rodrigues Bessa.
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Comentários

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Nilo Mendes Filho

06 de outubro, 2020 | 16:18

“É bom que os braunenses lembre destes 5 veriador que votaram contra o projeto do governo. Esses 5 veriadores foram eleitos para ajudar a melhora a comunidade e no entanto ficam projudicando a população vamos marcar estes 5e vamos fazer tudo para que eles nunca mais entre na política”

Fabiano Castro

03 de outubro, 2020 | 08:31

“E assim o povo paga o "pato" com esta briga política, fica sem obras essenciais e provavelmente os 5 "vereadores " que votaram contra ainda conseguem se reeleger.
ACORDA BRAUNAS.”

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