04 de outubro, de 2020 | 08:00
Ex-prefeito Kim é absolvido em ação de improbidade administrativa
Arquivo DA
Kim afirma que esperou vários anos para ter inocência comprovada na Justiça e que rejeição de contas teve motivação política para lhe tirar da disputa eleitoral
Kim afirma que esperou vários anos para ter inocência comprovada na Justiça e que rejeição de contas teve motivação política para lhe tirar da disputa eleitoral O ex-prefeito de Santana do Paraíso, Joaquim Correia de Melo, o Kim, foi absolvido na ação movida pelo Ministério Público de Minas Gerais que o acusava de improbidade administrativa supostamente cometida no ano de 2005, em questão que envolvia a utilização de recursos da área da Educação.
A Juíza de Direito que julgou improcedente a ação movida pelo Ministério Público, Érica Climente Xavier Duarte, entendeu que os recursos foram aplicados em benefício do próprio município, sem qualquer prejuízo aos cofres públicos, não existindo ato de improbidade: No caso, a despeito das alegações tecidas na peça de ingresso, da análise detida dos autos e em conjunto com a prova produzida, não extraio, de forma satisfatória, elementos consistentes que indiquem a efetiva prática de atos de improbidade pelos réus, no tocante às alegadas irregularidades na inicial.” E, ainda, asseverou: Lado outro, não houve comprovação de efetivo dano ao erário, haja vista a aplicação das verbas em benefício do próprio município...”
O ex-prefeito Kim sempre afirmou que confiava na Justiça e mais cedo ou mais tarde sua inocência seria demonstrada no caso dos recursos da Educação em 2005: Quando a Câmara dos Vereadores rejeitou as contas do Poder Executivo de 2005 fiquei muito triste, pois sempre tive a consciência tranquila que sempre fiz o melhor para o município de Santana do Paraíso e sempre apliquei os recursos públicos no que a população mais precisava. Mais cedo ou mais tarde eu sabia que a verdade viria a tona e graças à Deus consegui provar a minha inocência perante a Justiça.”
Por fim, o prefeito disse acreditar que a rejeição das contas relativas ao ano de 2005, pela Câmara de Vereadores, na época, teve motivação política, para me tirar do cenário político e impossibilitar minha eventual candidatura à prefeito em 2016. Mas sempre acreditei em Deus e hoje posso dormir tranquilo, pois a minha inocência foi reconhecida pela Justiça”, concluiu.
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Paulo
04 de outubro, 2020 | 21:33Infelizmente a sanha justiceira de alguns procuradores tem interrompido carreiras politicas promissoras. Trazido prejuízos para muitas pessoas, e alguns destes procuradores atuam como viés político, como a justiça é lenta as vezes quando sai a sentença o cara já se acabou. E depois que o cara lhe nome de corrupto não sentença que mude isto na cabeça di eleitor.”