adriana 728x90

24 de março, de 2021 | 16:16

Novo Liraa revela médio risco de transmissão das arboviroses em Coronel Fabriciano

Divulgação
A Secretaria de Saúde anunciou que iniciará um mutirão de limpeza e vistoria das casas nos bairros com a maior taxa de transmissãoA Secretaria de Saúde anunciou que iniciará um mutirão de limpeza e vistoria das casas nos bairros com a maior taxa de transmissão

Um novo Levantamento do Índice Rápido de Infestação do Aedes Aegypt (LIRAa) realizado entre os dias 7 e 12 de março revelou que Coronel Fabriciano está com médio risco de transmissão das arboviroses dengue, zika e chikungunya. A taxa de infestação de larvas encontradas nas casas é de 3.9. Acima disso já é considerado alto risco.

O quadro atual encontra explicações no período de chuva, que vai de janeiro a abril, conforme explica o Coordenador de Zoonoses do município, Adelson Arruda. “Nós tivemos um primeiro levantamento em fevereiro que indicou um índice abaixo deste, mas a gente já esperava este valor de risco médio devido à frequência das chuvas. Apesar desse dado, o número de notificações de casos de doenças em relação ao ano passado caiu drasticamente, o que nos dá um certo alívio”, disse.

O Secretário de Governança da Saúde, Ricardo Cacau, ressalta que o Vale do Aço é uma área endêmica de arboviroses, o que aumenta a preocupação. Segundo Cacau o trabalho inicial será de bloqueio vetorial nos pontos críticos com auxílio do fumacê, mas ele lembra que todas as ações dependem, principalmente, do engajamento da população. “É hora de todos dedicarem 10 minutos diários para combater o Aedes Aegypt. 90% dos focos estão dentro das residências, então os moradores precisam se conscientizar e limpar suas casas, eliminando os focos”, disse Cacau.

A Secretaria de Saúde também anuncia que iniciará um mutirão de limpeza e vistoria das casas nos bairros com a maior taxa de transmissão. Algumas localidades registram índices altíssimos que exigem pressa na resposta e maior consciência da população em cuidar e eliminar potenciais criadouros do mosquito.

 A situação é considerada preocupante nos bairros Contente (17,6%), Córrego Alto (12,5%) e Santo Antônio (12%). No Sylvio Pereira 1, que teve taxa de infestação de 4%, a população preparou por conta própria uma ação de combate às arboviroses por meio da associação de bairro. 
Encontrou um erro, ou quer sugerir uma notícia? Fale com o editor: [email protected]

Comentários

Aviso - Os comentários não representam a opinião do Portal Diário do Aço e são de responsabilidade de seus autores. Não serão aprovados comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes. O Diário do Aço modera todas as mensagens e resguarda o direito de reprovar textos ofensivos que não respeitem os critérios estabelecidos.

Envie seu Comentário