26 de dezembro, de 2021 | 11:00
Jovem é baleado na Praça CEU em Coronel Fabriciano
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Vítima afirma que estava sentada no banco da praça quando foi abordada pelos autores
Vítima afirma que estava sentada no banco da praça quando foi abordada pelos autoresUm jovem de 23 anos foi baleado na Praça Céu, no bairro Melo Viana, por volta do meio dia no feriado de Natal (25). A vítima porém foi encontrado na rua Jequeri, no bairro Sylvio Pereira, quando foi levado para o hospital José Maria de Morais, onde recebeu atendimento. Os autores do crime, um jovem de 18 anos e outro de 15 anos foram identificados e localizados pela equipe da Polícia Militar.
Segundo informações da polícia I.C.J.S estava por volta de meio dia, sentado na referida praça, localizada na rua Alfenas, no bairro Melo Viana, quando dois rapazes se aproximaram e deram os tiros contra a vítima. Acionada por vizinhos ao local dos fatos, uma equipe da PM foi ao local, mas nada foi constatado.
Posteriormente a sala de operações da PM recebeu nova informação de que havia um indivíduo ferido por tiros na rua Jequeri, no bairro Silvio Pereira. A vítima teria identificado o primeiro nome dos autores para a polícia, mas não soube informar o motivo da violência e alegou que apenas estava sentado no banco da praça, quando os indivíduos agressores se aproximaram e um deles efetuou os disparos sem pronunciar nenhuma palavra.
A vítima então saiu correndo e foi buscar socorro na casa de parentes, próximo ao endereço onde foi encontrado. Os policiais prestaram socorro levando a vítima para o hospital municipal José Maria de Morais onde foi atendido. Conforme o prontuário médico houve perfuração próximo ao ombro direito e no tórax lombar posterior.
Uma das versões levantadas pela polícia é que a vítima teria questionado o autor dos disparos, sobre um possível estupro e, como o indivíduo estava armado, efetuou disparos contra I.C.J.S.
Quando foram abordados pela PM um dos envolvidos portava uma bucha de maconha. Segundo ele, o entorpecente era para uso próprio. Em relação a arma de fogo utilizada no crime, os jovens alegam que foi jogada em um ribeirão próximo ao local dos fatos e não foi localizada.
Diante dos fatos e da confissão da dupla, foi dada voz de prisão ao adulto, que confessou o crime. O adolescente que o acompanhava no momento dos fatos foi acompanhado pela família.
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