18 de janeiro, de 2022 | 13:40
Santana do Paraíso registra alto índice de infestação por Aedes aegypti
Divulgação
Agentes voltam à carga com força-tarefa, a partir desta quarta-feira, nos bairros onde panorama da dengue é mais preocupante
Agentes voltam à carga com força-tarefa, a partir desta quarta-feira, nos bairros onde panorama da dengue é mais preocupante O primeiro Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRa) realizado em Santana do Paraíso em 2022 preocupa e a administração municipal informa que vai fortalecer o combate ao mosquito transmissor da dengue, além de solicitar apoio à população. O levantamento, realizado entre os dias 10 e 14 de janeiro, apontou resultado de 7,1%, o que representa alto índice de infestação por Aedes aegypti. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), abaixo de 1% é o ideal (baixo risco de infestação), de 1% a 3,9% é considerado médio risco e acima de 4% alto risco.
O LIRAa possui quatro extratos, que permitem saber em quais bairros ou localidades a dengue gera mais preocupação no município e onde a Prefeitura precisa atuar de forma mais efetiva por meio dos seus Agentes de Combate a Endemias (ACEs).
No momento, os bairros dos extratos 1, 2 e 4 são os que possuem alto risco de infestação por Aedes aegypti. O extrato 3 possui risco médio. O extrato 1 contempla, como referência, os bairros Centro, São José, Alto Santana, Veraneio, Josefino Anício, São Francisco e Residencial Paraíso; extrato 2: Industrial, AABB e Residencial Bethânia; extrato 3: Águas Claras, Bom Pastor, Cidade Verde, Jardim Vitória e Parque Caravelas; e extrato 4: Cidade Nova, Parque Veneza e Chácaras do Vale.
Nesta quarta-feira (19), a Secretaria Municipal de Saúde vai iniciar uma força-tarefa para combater a dengue, conforme explica Maria Aparecida de Souza, coordenadora dos ACEs em Santana do Paraíso. Vamos começar a força-tarefa nos bairros Residencial Paraíso, São Francisco, Josefino Anício, Vale do Paraíso, Centro, Alto Santana e São José, que fazem parte de um dos extratos onde o LIRAa apontou alto risco. Nossos agentes vão orientar os moradores, com panfletagem, além de remover os possíveis focos do mosquito Aedes aegypti”, afirma.
Maria Aparecida lembra que a maior parte dos focos do mosquito transmissor da dengue está dentro das residências e lotes privados, o que reforça a necessidade de apoio dos munícipes. É fundamental que a população também faça a sua parte, receba nossos agentes, que são devidamente identificados, e elimine água parada, tanto dentro quanto fora das residências. Estamos em um momento de pandemia da Covid-19 e se não nos esforçarmos para eliminar os focos da dengue, podemos aumentar ainda mais os riscos à nossa saúde. Portanto precisamos fazer a nossa parte, juntos, para combater o Aedes aegypti”, orienta.
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