18 de fevereiro, de 2022 | 16:54

Administração de Fabriciano anuncia quitação antecipada de obra da nova prefeitura

Divulgação
Governo investiu um valor total de R$ 7 milhões na construção do prédioGoverno investiu um valor total de R$ 7 milhões na construção do prédio

O empréstimo feito junto ao Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) para a construção da nova Prefeitura de Coronel Fabriciano foi quitado nesta quinta-feira (17), conforme noticiado pelo governo local. O pagamento antecipado representa uma economia superior a R$ 190 mil aos cofres municipais, referente aos juros contratuais do empréstimo. A última parcela venceria em janeiro de 2024.

Inaugurado em abril passado, o edifício integra o complexo do Paço Municipal e já proporcionou uma economia de quase R$ 500 mil em aluguéis e serviços de manutenção – cerca de R$ 50 mil por mês, exalta o
Executivo. Ou seja, o valor poupado complementou o montante usado para quitar o investimento feito na obra e gerar mais economia para os cofres municipais. A última parcela paga foi de R$ R$ 1,3 milhão.

“Em quatro anos, pegamos o esqueleto de uma obra abandonada por décadas, construímos um prédio moderno e seguro, tiramos vários setores de aluguéis e já pagamos o investimento. Fabriciano é um ‘case’ de que é possível fazer o bom uso dos recursos públicos, reduzir custos e melhorar a qualidade de vida da população”, argumenta o prefeito Marcos Vinicius (PSDB).

O acordo para o pagamento antecipado do empréstimo foi firmado pessoalmente pelo prefeito em reunião com o presidente do BDMG, Marcelo Bonfim, no início desta semana.

Para realizar a obra, o governo investiu R$ 7 milhões. Foram R$ 4,5 milhões assegurados junto ao BDMG por meio de operações de crédito para financiamento de construção, ampliação e reforma de edificações públicas. A contratação do investimento foi autorizada pela Câmara por meio de Projeto de Lei 2.580/2017. O restante do investimento, R$ 2,5 milhões, foi custeado com recursos próprios do município.

Energia solar

Agora, o governo informa que estuda investir o valor economizado para instalar um sistema de geração de energia fotovoltaica (solar) no novo prédio. Segundo levantamento preliminar da Secretaria de Governança de Gestão e Transparência, o custo estimado de implantação da tecnologia é de R$ 200 mil, o que tornaria o edifício autossustentável no consumo de energia. O gasto mensal com energia elétrica no prédio é de R$ 17 mil. Com a adoção da energia solar, a expectativa é reduzir o custo em até 90%.
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