19 de fevereiro, de 2022 | 17:00
Mais de 59% dos municípios relatam resistência à vacinação infantil
Divulgação
Dos gestores ouvidos, 2,3% afirmaram que houve reações adversas em crianças que tomaram a vacina contra o coronavírus
Dos gestores ouvidos, 2,3% afirmaram que houve reações adversas em crianças que tomaram a vacina contra o coronavírusNo Brasil, mais de 59% dos municípios relatam que enfrentam resistência da população quanto à vacinação de crianças com idade entre cinco e 11 anos. A informação foi levantada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), com a aplicação da 35ª edição da pesquisa sobre a situação da covid-19 nos municípios. O levantamento ouviu 2.193, o que representa 39,4% dos municípios, entre os dias 14 e 17 de fevereiro.
Ainda em relação à vacinação desse público, 2,3% dos gestores ouvidos afirmaram que houve reações adversas graves em crianças que tomaram a vacina. Já 94,4% não registraram reações graves e 3,3% prefeituras não responderam a essa questão. A vacinação para este grupo teve início em 98,9% das cidades ouvidas pela pesquisa. Em 19 municípios a vacinação de crianças ainda não teve início.
O levantamento também abordou a falta do imunizante para crianças. Em 11,2% dos municípios, faltou a vacina destinada para este público. Outros 87% não registraram a falta do imunizante.
Carnaval
A respeito das festas de carnaval, a pesquisa identificou que 46,1% das prefeituras cancelaram todas as festas públicas e privadas. Já 24,5% cancelaram a realização de festejos públicos, mas mantiveram as privadas. Por outro lado, 25,1% dos municípios ainda não decidiram sobre a realização ou não das festas. Em apenas 3,3% o carnaval ocorrerá normalmente, com a promoção de festas públicas e privadas.
Óbitos, internações e testes
A não ocorrência de mortes pela doença foi informada pela maioria dos municípios que participaram da pesquisa: 61,8%. Em 16,3%, houve registro de aumento no número de óbitos, em 13,2% os números se mantiveram estáveis, e 5,7% registraram queda nas mortes. As internações em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) por conta da covid-19 não ocorreram em 56,9% dos municípios, se mantiveram estáveis em 20,2% e em alta em 9,9%. As taxas de internação em UTI registraram queda em 9,4% dos municípios. Quanto às internações em leitos normais, 39,4% dos municípios não tiveram registro, 28,3% apontaram estabilidade, 16,7% aumento e 4% queda de registro de internações.
A falta de testes rápidos para a detecção da doença foi registrada por 14% dos municípios. Já para 85,3%, a testagem da população continuou a ocorrer normalmente.
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Gildázio Garcia Vítor
19 de fevereiro, 2022 | 20:08A resistência às vacinas não é só contra a da Covid-19 e nem apenas desta faixa etária. Os antivacinas e terraplanistas estão em todos os espaços, inclusive nas escolas, principalmente do Ensino Fundamental, e nos hospitais.
A solução para vencer tanto obscurantismo e negacionismo é melhorar, e muito, a Educação do Brasil. Portanto, é necessário atrair para a carreira do Magistério jovens que têm competências e habilidades, comprovadas pelas provas do ENEM, para cursar Medicina, Direito, Engenharias etc. nas Universidades Federais do Brasil. Só não sei como.
Na verdade, isso não passa de utopia de um velho Comunista. Infelizmente!”
Carlos Roberto Martins de Souza
19 de fevereiro, 2022 | 17:33- Mamãe, porque há tantos idiotas contra a vacina de crianças, e divulgando Fake News, inclusive o presidente?
- É porque suas mães, pessoas inteligentes, os vacinaram, senão seriam bem menos! Entendeu?
- E os que acreditam neles?
- A gente só pode lamentar, pois não há vacina contra a ignorância! Nem escola resolve!”