29 de março, de 2022 | 09:30
Adolescente de Coronel Fabriciano precisa de ajuda para fazer cirurgia
Acompanhado da família, um fabricianense de 12 anos tem lutado diariamente para conseguir arrecadar a quantia necessária para fazer uma cirurgia em Belo Horizonte. Guilherme Alves Drummond Cardoso mora no bairro Surinan, junto da mãe, Késia Cristina Cardoso Drummond, de 41 anos, do pai Hermes Alves Pereira Drummond, 43 e da irmã Lorena, de 16.
Ele enfrentou muitos desafios, inclusive, durante seu nascimento. A mãe de Guilherme sofreu complicações durante o parto e o bebê levou cerca de 17 horas para vir ao mundo. O menino nasceu com uma síndrome, que ainda não foi diagnosticada devido à falta de recursos financeiros. Até porque é muito caro e a gente não conseguiu fazer, plano não cobre. Então ele não tem um diagnóstico certo ainda, precisa ser esclarecido, até mesmo para tratamento”, explica a mãe.
Além da síndrome, Guilherme tem uma má formação congênita no cérebro - polimicrogiria, que o impede de falar. Ainda criança, também foi diagnosticado com hemivértebra, que é uma malformação vertebral. Os pais do garoto foram informados que ele não conseguiria andar, mas aos três anos e meio Guilherme conseguiu dar os primeiros passos. Hoje, a luta da família é para que o menino não perca essa conquista.
Urgência da cirurgia
Em busca de um atendimento especializado, a família de Guilherme o levou a BH, onde foi constatada a necessidade da realização de uma cirurgia na vértebra. A tomografia mostrou ao médico que a medula do menino está sendo comprimida e isso pode fazer com que a criança pare de andar.
A gente vem tratando dele desde pequeno com o diagnóstico de espinha pífia, só que agora, com o passar do tempo, eu resolvi procurar um médico para ele em Belo Horizonte. Resolvi ir e a gente descobriu que ele tem hemivértebra. Com esse problema, a medula está comprimindo, ela já está dobrada. E o médico diz que ele precisa operar para não parar de andar. Esse é o motivo da cirurgia, tem pressa dela. Ele já está até arrastando a perna um pouco”, contou a mãe.
A família tinha um plano de saúde, mas não conseguiu arcar com os custos que eram altos demais. Atualmente fez outro convênio, mas que ainda está na carência. Estamos correndo contra o tempo. Não podemos esperar mais que um ano”, explicou Késia.
Vaquinha
Késia é dona de casa e Hermes realiza entregas para um supermercado e ambos não têm condições de arcar com a cirurgia. Foi por isso que Marcela Sales, de 24 anos, prima do garoto, teve a ideia de criar a vaquinha. A jovem também foi a pessoa responsável pela abertura de conta no Instagram contando um pouco da história do garoto.
A família já conseguiu arrecadar pouco mais de R$ 49 mil até o fechamento desta matéria. A meta é chegar aos R$ 80 mil, valor que o médico estipulou para a cirurgia. Para contribuir é possível doar pelo PIX, que é o CPF da prima de Guilherme, Marcela Sales 142.174.106-70. Quem preferir, também pode usar o site da vaquinha, que é www.vakinha.com.br. O ID da arrecadação para Guilherme é 2743431. Pelo Instagram @ajudeoguigui a família presta contas da quantia que já foi arrecadada.
Eu peço que quem puder contribuir, que Deus abençoe. Aqueles que não podem contribuir, mas que possam compartilhar, divulgar com outros amigos... Deus recompensará cada um que está fazendo pelo Guilherme”, disse a mãe.
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Leila
30 de março, 2022 | 12:41Eu fico pensando onde é que está os governantes,essa criança não precisa esperar pra fazer tratamento,tinha que ser lei o tratamento gratuito pra esses tipos de casos,
sofrimento dele(Guilherme) e dos pais.”