10 de dezembro, de 2022 | 07:05
''Cervejinha'' do brasileiro está 5% mais cara, confirma vice-presidente do SindBebidas-MG
A companheira inseparável de muitos, especialmente nos momentos de comemoração, ficou, recentemente, 5% mais cara
Seja em um churrasco com a família, num happy hour” pós-trabalho com os colegas, na mesa de bar comemorando um aniversário, assistindo a um jogo de futebol em casa, ela está lá, a cervejinha” do brasileiro. A companheira inseparável de muitos, especialmente nos momentos de comemoração, ficou, recentemente, 5% mais cara.
Quem confirma a informação é o vice-presidente do Sindicato das Indústrias de Cerveja e Bebidas em Geral do Estado de Minas (SindBebidas-MG) e presidente da Federação Brasileira das Cervejarias Artesanais (Febracerva), Marco Falcone. O aumento da cerveja é um fato real, ela aumentou proporcional à variação do câmbio,
ou seja, o dólar subiu 5%, então esse aumento foi repassado para os bares e restaurantes”.
Segundo Falcone, apesar de o reajuste no valor, o mercado não sentiu o impacto, justamente porque nessa reta de fim de ano o consumo da bebida aumentou, causando um efeito tampão. Com a Copa do Mundo e com as festas de final de ano, o mercado absorveu isso tranquilamente, mas assim, ficamos limitados em 5%, foi apenas um repasse, a indústria não ganhou em cima disso”, explicou.
O vice-presidente do SindBebidas-MG esclareceu que o reajuste no preço das cervejas não se restringe apenas ao Estado de Minas Gerais, mas que foi uma realidade registrada por todo o país. De acordo com Falcone, a mudança no valor da bebida foi registrada nas últimas semanas, do fim de outubro ao fim de novembro. Realmente houve o aumento, mas ele foi proporcional a 5% mesmo. Se uma cerveja custa R$ 10, por exemplo, ela aumentou R$ 0,50, no mínimo”.
Ano positivo
Na avaliação do representante do mercado cervejeiro, 2022 foi um ano para ser celebrado para o setor. O ano de 2022 foi bom para as cervejarias e eu acho que o balanço geral é que houve um crescimento do setor, posso dizer aí de 8% no ano inteiro até então”, afirmou Falcone. O próximo ano deve ser ainda melhor. As expectativas são boas para 2023”, fechou.
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Zoio de Zoiar
10 de dezembro, 2022 | 20:06Sou a favor de taxar as bebidas alcoólicas como taxam o cigarro. Além do que, usar esse imposto para melhorar as condições viárias e em propagandas informando sobre o perigo do álcool e sua combinação com direção.”