10 de março, de 2023 | 18:20
Autor de homicídio no bairro Iguaçu pega mais de 15 anos de prisão
Victor Botelho Miranda, de 24 anos, foi condenado pelo Tribunal do Júri da Comarca de Ipatinga a mais de 15 anos de prisão por causa do homicídio de Thiago Henrique Santos Oliveira, de 21 anos. O crime foi praticado em março de 2018 na rua Guajajaras, alto do Game, no bairro Iguaçu.
Conforme a denúncia do Ministério Público de Minas Gerais, na noite de 15 de março de 2018, Victor matou Thiago Henrique quando a vítima transitava pelo local dos fatos. O jovem foi surpreendido pelo acusado e um indivíduo não identificado. O réu portava uma pistola calibre 380 e o outro envolvido, um revólver calibre 38.
Consta no relatório policial que a dupla disparou vários disparos com as armas de fogo, atingindo 13 vezes a vítima que morreu no local do crime. Ainda segundo testemunhas, Victor aproximou-se do corpo do baleado e ainda disparou mais uma vez a arma de fogo. O tiro foi dado no ouvido esquerdo para se certificar que ele efetivamente morreria”, conforme a denúncia.
O motivo do crime, segundo as investigações, é que a vítima ao prestar depoimento na delegacia de polícia, havia lhe imputado a autoria de um crime de homicídio praticado meses antes.
O acusado foi julgado por homicídio fútil, mediante emprego de meio cruel dada a variedade de armas utilizadas, a multiplicidade dos disparos desferidos e o derradeiro tiro no ouvido esquerdo da vítima e mediante recurso que dificultou a defesa do ofendido.
No dia 8 de março, o réu foi levado a julgamento em sessão do Tribunal do Júri da Comarca de Ipatinga, quando foi considerado culpado. Os trabalhos foram presididos pelo juiz João Paulo Júnior, titular da Vara de Execuções Penais, Precatórios Criminais e do Tribunal do Júri. O promotor Walter Freitas de Moraes Júnior trabalhou na acusação representando o Ministério Público.
O promotor sustentou a acusação, pedindo a condenação do réu. Já a defesa do jovem trabalhou para a absolvição de Victor Botelho com a tese de negativa de autoria. Por fim, requereu a retirada das qualificadoras.
Conforme publicado em maio de 2018, pelo jornal Diário do Aço, quando foi preso naquela ocasião, o acusado não só confessou o assassinato de Tiago Henrique, bem como admitiu outro homicídio e zombou da situação dizendo que era bom de tiro.
Júri entendeu que houve culpa
O Conselho de Sentença entendeu como provada a materialidade e autoria do delito de homicídio. Em seguida, reconheceu as três qualificadoras do crime, motivo fútil, do meio cruel, bem como do recurso que dificultou a defesa da vítima.
O juiz sentenciou o réu Victor a pena de 15 anos e dois meses de prisão por homicídio triplamente qualificado. A defesa do condenado ainda pode recorrer. O jovem está preso por um outro homicídio e vai aguardar recolhido ao Sistema Prisional o período de recurso da condenação.
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Andre
11 de março, 2023 | 09:21A vida vale isso. O vagabundo agora cumpre 1/3da pena e estará nas ruas. Pegou metade da pena máxima que e 30 anos.”
Kinderovo Bolado
11 de março, 2023 | 08:36Vi esses meninos crescendo juntos,eram todos amigos,e tudo acabar dessa forma é muito triste.”
Ipatinga Tem Lei ao Contrário das Vizinhas
10 de março, 2023 | 19:05Fabriciano e timoteo os matadores matam a vontade e nunca nem são presos. Os poucos que são julgados conseguem se safar ainda. Ultimamente eles matam o nome do matador sai no jornal e a sociedade não tem resposta nem da polícia, muito menos do judiciário e ministério público”
Só Deus
10 de março, 2023 | 18:55Mata e varios anos depois condenado a só, só 15 anos!
Se fosse polícia ia ser pior ! Ia ser julgado só em 2028 e responderia em liberdade! Eta justiça!”