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20 de fevereiro, de 2024 | 15:50

Trio é preso suspeito de aplicar golpe na locação de imóveis

Divulgação
Delegado explica que trio tinha se especializado em alugar apartamentos mobiliados, usando documentos falsos, e carregar tudo o que podia dos imóveisDelegado explica que trio tinha se especializado em alugar apartamentos mobiliados, usando documentos falsos, e carregar tudo o que podia dos imóveis
Com informações da PCMG
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu em flagrante três homens investigados, de 35, 38 e 48 anos, pelos crimes de estelionato e associação criminosa. Segundo relatado, usando documentos aparentemente falsos, os indivíduos faziam a locação de apartamentos mobiliados e, depois, subtraíam os bens ali existentes.

O golpe foi detectado em Belo Horizonte e a polícia apura agora se os estelionatários agiram em outras cidades mineiras. Quem, eventualmente foi vítima dos criminosos não deve deixar de registrar a queixa na Delegacia de Polícia Civil.

O delegado Jonas Pavan disse que a equipe da 4ª Delegacia de Polícia Civil Barreiro chegou aos suspeitos de envolvimento com o crime e apreendeu documentos supostamente falsos, contratos inverídicos e um celular. “A partir daí, começamos a identificar outras vítimas e hoje (19/2) já temos quatro identificadas”, afirmou.

Ainda de acordo com Pavan, os levantamentos indicam que o grupo age há aproximadamente um ano aplicando esse tipo de golpe. “A primeira vítima sofreu golpe em janeiro de 2023. Eles [suspeitos] tentaram fazer uma segunda locação com essa imobiliária, que desconfiou, pois as fotos dos documentos eram muito parecidas, apesar de terem dados divergentes. O trio foi preso justamente quando tentava pegar a chave do imóvel”, explicou.

O delegado observou que, até o momento, os prejuízos estimados ultrapassam R$ 50 mil, valor referente a mobílias subtraídas de quatro apartamentos, além dos aluguéis não pagos. Segundo Pavan, após aplicarem o golpe, os suspeitos desapareciam, e as imobiliárias descobriam a fraude quando iam ao local e verificavam que o imóvel estava vazio. “Não tinha absolutamente mais nada dentro, não deixavam nem chuveiro para trás”, completou.

Os três investigados, que já possuem registros criminais, após o flagrante, foram encaminhados ao sistema prisional. “Dois principais responsáveis estão presos preventivamente, e o terceiro em liberdade provisória”, conta o delegado ao adiantar que a PCMG está investigando a participação de outras pessoas no esquema criminoso, bem como busca identificar outras vítimas - imobiliárias ou particulares - para concluir as apurações.
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