29 de agosto, de 2025 | 08:11
Réu é condenado a mais de 22 anos de reclusão por estupro de enteada em Inhapim
Divulgação
Caso foi julgado esta semana pela 2ª Vara Cível, Criminal e da Infância e Juventude da Comarca de Inhapim

Um indivíduo de 37 anos de idade, denunciado em uma ação penal pela prática de estupro de vulnerável foi sentenciado a mais de 22 anos de prisão por estupro de sua enteada. A sentença foi proferida pela 2ª Vara Cível, Criminal e da Infância e Juventude da Comarca de Inhapim.
Conforme denúncia do Ministério Público, os fatos ocorreram entre os anos de 2010 e 2016, na zona rural dos municípios de Inhapim e de São Domingos das Dores, quando o réu, na condição de padrasto, praticou reiteradamente conjunção carnal e outros atos libidinosos contra a vítima, que tinha menos de 14 anos de idade à época dos crimes.
Consta ainda que, por diversas vezes, o acusado constrangeu a vítima a manter relações íntimas, de forma reiterada e mediante ameaças, conforme laudo pericial constante dos autos, que atestou a ruptura do hímen.
Durante o processo, a materialidade e a autoria dos delitos foram comprovadas por provas documentais, testemunhais e periciais, sendo destacado o relato firme, coerente e consistente da vítima, corroborado por laudo médico e demais depoimentos colhidos em juízo.
Ao fim da instrução, a Justiça reconheceu a culpabilidade do réu e o condenou à pena definitiva de 22 anos e seis meses de reclusão, em regime fechado, além do pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 5.000 à vítima.
O Promotor de Justiça Jonas Junio Linhares Costa Monteiro, da 2ª Promotoria de Justiça de Inhapim, atuou no caso e ressalta que a decisão representa uma vitória na defesa dos direitos fundamentais das vítimas.
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