29 de dezembro, de 2025 | 06:44
Jovens desaparecem durante banho no rio Doce, em Perpétuo Socorro
Reprodução
Kauan Junyo,de 17 anos, e Yuri Gabriel Freitas Vieira, de 18 anos, ambos moradores do distrito de Perpétuo Socorro, entraram no rio perto da Cachoeira Escura e foram arrastados por correnteza intensa
Kauan Junyo,de 17 anos, e Yuri Gabriel Freitas Vieira, de 18 anos, ambos moradores do distrito de Perpétuo Socorro, entraram no rio perto da Cachoeira Escura e foram arrastados por correnteza intensa Dois jovens desapareceram na tarde de domingo (28) enquanto tomavam banho no rio Doce, no distrito de Perpétuo Socorro, em Belo Oriente. O caso mobilizou o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, que fez buscas iniciais no local, sem êxito. Os trabalhos serão retomados nesta segunda-feira (29).
De acordo com informações apuradas pelo Diário do Aço, os jovens Kauan Junyo Apolônio da Silva, de 17 anos, e Yuri Gabriel Freitas Vieira, de 18 anos, ambos moradores do distrito de Perpétuo Socorro (Cachoeira Escura), entraram no rio por volta das 16h, em um momento de intenso calor.
O Corpo de Bombeiros Militar foi acionado no mesmo horário para atendimento de uma ocorrência de possível afogamento. Testemunhas relataram que os dois se banhavam normalmente quando atingiram uma área de forte correnteza. Em seguida, ambos submergiram e não foram mais vistos.
Buscas iniciais não tiveram resultado
Ao chegar ao local, a equipe dos bombeiros identificou o ponto aproximado de submersão e iniciou buscas superficiais. Conforme os militares, as condições ambientais eram adversas, com correnteza intensa e baixa visibilidade da água, o que dificultou os trabalhos.As buscas feitas no domingo não tiveram resultado e, diante das condições do rio e da ausência de visibilidade, foram suspensas. O Corpo de Bombeiros informou que os trabalhos de busca devem ser retomados nesta segunda-feira.
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Finado Rio Doce
29 de dezembro, 2025 | 09:56O líquido barrento da vistosa Cachoeira Escura oferecia, durante a piracema, o raro espetáculo visual da tentativa alucinada de peixes tentando transpor a diferença de nível do curso do rio, comprimido ao limitado espaço disponível para fluir em época de escassez de chuvas.
A decepção ampla, geral e irrestrita resulta da visão que permanece na memória fotográfica do turista ocasional, focada no agressivo acúmulo de lixo, incluindo o grande volume de material plástico sobrenadante na parte mais baixa da cachoeira.
A falta de fiscalização efetiva e a indefectível presença de pescadores ilegais, amoitados nas margens da finado rio de águas turvas, não surpreendem.”