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24 de fevereiro, de 2026 | 17:06

Drone é usado no combate ao Aedes aegypti em Coronel Fabriciano

Divulgação
O equipamento é utilizado tanto para o monitoramento de áreas com potencial de proliferação do mosquito quanto para o tratamento de locais de difícil acesso O equipamento é utilizado tanto para o monitoramento de áreas com potencial de proliferação do mosquito quanto para o tratamento de locais de difícil acesso

O combate ao mosquito Aedes aegypti ganhou reforço com a operação de drone de apoio em Coronel Fabriciano. A iniciativa integra o projeto Vigidrones, desenvolvido em parceria com o Governo de Minas Gerais, e foi divulgada pela administração municipal.

O equipamento é utilizado tanto para o monitoramento de áreas com potencial de proliferação do mosquito quanto para o tratamento de locais de difícil acesso, onde os agentes de endemias não conseguem atuar de forma convencional. A tecnologia amplia o alcance e a agilidade das ações preventivas, em complemento ao trabalho já executado pelas equipes em campo.

Operado por empresa especializada, o drone garante segurança, eficiência e precisão nas aplicações de larvicidas. A ferramenta amplia a capacidade de resposta do município no enfrentamento às arboviroses, especialmente em imóveis fechados, terrenos com acúmulo de materiais e áreas classificadas como de risco.

Bairros prioritários


Nesta etapa inicial, a operação contempla áreas consideradas prioritárias, como os bairros Nossa Senhora da Penha, Nossa Senhora do Carmo, Manoel Domingos e Santa Terezinha I, entre outros.

Apesar do início pelos bairros com maior incidência e vulnerabilidade, todo o município será monitorado ao longo da execução do projeto.

Responsabilidade compartilhada


O combate ao mosquito é apontado como responsabilidade coletiva. A população deve manter atenção permanente à eliminação de possíveis criadouros, evitando água parada em recipientes, mantendo caixas d’água devidamente vedadas e promovendo a limpeza periódica de quintais e calhas.

A gerente da Vigilância em Saúde, Vânia Tavares, destaca que o Vigidrones é um importante aliado, mas não substitui a participação da comunidade.

“O Vigidrones é uma ferramenta de apoio que o município está buscando para reduzir cada vez mais os focos do Aedes e as doenças que ele transmite. No entanto, ele não substitui a ação da população. É fundamental dedicar dez minutos para a limpeza e eliminar qualquer recipiente que possa acumular água. O combate ao Aedes aegypti é um trabalho de toda a comunidade”.
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