16 de março, de 2026 | 12:09
Marido de influenciadora é liberado do Ceresp com tornozeleira eletrônica e restrições da Justiça Federal
O empresário Rafael Stoupa Nogueira Costa, de 33 anos, investigado no âmbito da Operação Sanitas, foi liberado do Centro de Remanejamento do Sistema Prisional (Ceresp) de Ipatinga e passará a responder às investigações em liberdade, mediante medidas cautelares determinadas pela Justiça Federal. Entre as restrições impostas está o uso de tornozeleira eletrônica para monitoramento.
Stoupa havia sido preso durante a operação Sanitas conduzida pela Polícia Federal que apura um esquema de importação e comercialização ilegal de medicamentos emagrecedores sem registro no Brasil. Ele estava com mandado de prisão temporiária de dez dias. A investigação tem como foco substâncias como a tirzepatida, comercializada sob o nome Lipoless”, produto de origem estrangeira sem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A esposa dele, a influenciadora digital Laryssa Oliveira Stoupa, de 37 anos, também investigada no caso, já cumpre medidas cautelares desde 8 de março, quando passou a usar tornozeleira eletrônica após prestar depoimento à Polícia Federal. Ela foi liberada no mesmo dia da operação e responde às investigações em liberdade, com restrições determinadas pela Justiça.
Além do monitoramento eletrônico, o casal está sujeito a outras determinações judiciais, como restrições de contato com outros investigados e limitações de deslocamento sem autorização judicial.
Outra medida adotada pela Justiça foi a derrubada das contas do casal nas redes sociais, atendendo a pedido das autoridades. A decisão teve como objetivo impedir a utilização das plataformas digitais para divulgação ou comercialização dos produtos investigados.
Operação Sanitas
A Operação Sanitas foi deflagrada pela Polícia Federal no início de março, com cumprimento de mandados de busca, apreensão e prisões em cidades do Vale do Aço, como Ipatinga, Coronel Fabriciano e Caratinga. O objetivo é combater a entrada e venda irregular de medicamentos estrangeiros sem registro sanitário no Brasil.As investigações continuam para identificar outros possíveis participantes do esquema e dimensionar o alcance da comercialização ilegal dos produtos.
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Nelore
16 de março, 2026 | 15:07Esta turma da direita, autodenominada conservadora e da família, adora se envolver em falcatruas, dos bilhões do Banco Master aos trocados das vendas destas injeções para emagrecer.”