13 de abril, de 2026 | 17:20
Minas aplica mais de 150 mil doses no Dia D e acelera vacinação contra gripe
Divulgação
Governo de Minas mobilizou 96% dos municípios e se aproxima de 900 mil doses aplicadas em menos de um mês de campanha
Governo de Minas mobilizou 96% dos municípios e se aproxima de 900 mil doses aplicadas em menos de um mês de campanhaMinas Gerais aplicou mais de 150 mil doses de vacina contra a influenza no Dia D, realizado no último sábado (11). A mobilização, coordenada pelo Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), envolveu mais de 820 municípios, o equivalente a 96% das cidades do estado, com ações extramuros e ampliação do horário de atendimento nas unidades de saúde.
O número ainda pode crescer nos próximos dias, com a consolidação dos dados das ações extramuros realizadas pelos municípios durante a mobilização. O resultado reforça o ritmo da campanha, que desde o início da vacinação, em 23/3, Minas já aplicou quase 900 mil doses em menos de um mês.
Em Belo Horizonte, o subsecretário de Vigilância em Saúde, Eduardo Prosdocimi, acompanhou a mobilização no Parque Municipal Américo Renné Giannetti.
A mobilização deste sábado mostra a força da vacinação em Minas. Estamos conseguindo ampliar o alcance e facilitar o acesso da população. A vacina é a principal forma de evitar casos graves e internações, especialmente neste período de maior circulação de vírus respiratórios”, afirmou.
Até o momento, o estado já recebeu cerca de 3,2 milhões de doses, distribuídas para todos os municípios. A meta do Programa Nacional de Imunizações (PNI) é alcançar 90% de cobertura vacinal do público-alvo.
Campanha segue em todo o estado
A vacinação continua em Minas Gerais ao longo dos próximos meses, com foco na proteção dos grupos mais vulneráveis. A orientação da Secretaria é que a população procure a Unidade Básica de Saúde mais próxima ou os pontos de vacinação itinerantes.
O público prioritário inclui crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, idosos com 60 anos ou mais, povos indígenas e quilombolas, pessoas em situação de rua, trabalhadores da saúde e da educação, profissionais das forças de segurança, pessoas com deficiência e pessoas com doenças crônicas ou condições clínicas especiais, entre outros.
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