03 de junho, de 2026 | 07:51

Operação policial apreende barras de maconha e rádio comunicador em imóvel usado pelo tráfico em Timóteo

Divulgação Polícia Militar
As barras de maconha e porções da mesma droga e de skunk foram apreendidas com um aparelho de rádio comunicador e uma balançaAs barras de maconha e porções da mesma droga e de skunk foram apreendidas com um aparelho de rádio comunicador e uma balança

Denúncias anônimas sobre a atuação de traficantes levaram a Polícia Militar à apreensão de drogas em uma residência abandonada no bairro Bela Vista, em Timóteo, na noite desta segunda-feira (1º). Os suspeitos apontados como responsáveis pelo esquema criminoso não foram localizados.

Segundo a Polícia Militar, a ocorrência foi registrada na rua Boa Esperança, onde denúncias relataram sobre um imóvel sendo utilizado para a comercialização e armazenamento de entorpecentes. As informações indicavam a participação de dois autores, de 21 e 26 anos, já conhecidos das forças de segurança por envolvimento em ocorrências anteriores.

Com base nas denúncias, os militares se deslocaram até o endereço e constataram que a casa estava abandonada. Durante as buscas realizadas na área externa do imóvel, foi encontrada uma balança de precisão sobre um armário. Logo abaixo, os policiais localizaram duas barras e cinco tabletes de maconha, uma porção de material com características de Skank, conhecida popularmente como "supermaconha", além de um aparelho de rádio comunicador.

Após a apreensão dos materiais, equipes realizaram rastreamentos na região na tentativa de localizar os suspeitos citados nas denúncias, porém ninguém foi encontrado até o encerramento dos trabalhos dos policiais miltiares, conforme contou o sargento Olimar ao Diário do Aço.

Os mesmos indivíduos já haviam sido mencionados em informações repassadas por moradores em janeiro deste ano. Na ocasião, outra ação policial resultou na apreensão de cinco barras de substância semelhante à maconha em um imóvel que também seria utilizado para atividades relacionadas ao tráfico.

De acordo com a corporação, nenhuma testemunha foi formalmente identificada, uma vez que a área é considerada uma Zona Quente de Criminalidade (ZQC), situação que faz com que moradores evitem fornecer dados pessoais por receio de represálias criminosas. Todo o material apreendido foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil.
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